Na manhã do dia 7 de Setembro, mais uma vez o bloco do Levante Popular da Juventude saiu em marcha em defesa de um Projeto Popular para o Brasil
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
LEVANTE NO GRITO DOS EXCLUÍDOS
A manifestação começou na Praça Pão dos Pobres com uma mística organizada pelo Levante. Após o fim do desfile militar os movimentos sociais ocuparam a avenida Loureiro da Silva, puxados pela Banda Loka.
O Ato foi finalizado em frente ao monumento do Expedicionário no Parque da Redenção para homenagear os Pracinhas do Exército Brasileiro, ou seja, os jovens que lutaram contra o nazi-fascismo durante a 2a. Guerra Mundial.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
7 DE SETEMBRO: GRITO DOS EXCLUÍDOS
Participe do Grito dos Excluídos, a concentração em Porto Alegre será em frente ao Pão dos Pobres
Programação
- 9 h: Concentração na Praça Pão dos Pobres e organização de equipes para divulgar a mensagem do Grito junto à população presente ao desfile militar.
- 10 h: Ato e mística na Praça Pão dos Pobres.
- Logo após o desfile militar: A Marcha do 18º Grito, que se encerra no monumento do Expedicionário, onde também fará memória dos que tombaram na luta pela democracia.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
PREPARAÇÃO PARA O GRITO DOS EXCLUÍDOS
O Dia da Pátria está chegando, vamos transformá-lo em um dia de luta
Participe do ensaio da bateira para a marcha do Grito dos Excluídos. Será amanhã, Sábado, às 14h no Pão dos Pobres (República, 801) em Porto Alegre.
A Banda Loka está chegando!!!
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
GRITO DOS EXCLUÍDOS
Fotos do Levante e das Pastorais da Juventude no 16º Grito dos Exluídos.
As fotos são de Cristina Nascimento
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As fotos são de Cristina Nascimento
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Oficinas e dinâmicas fortalecem a luta
Encontro reuniu a galera de várias cidades gaúchas
Depois da participação no Grito dos Excluídos, o Levante, as Pastorais da Juventude e os jovens vindos de comunidades de Porto Alegre foram ao Pão dos Pobres, na tarde do dia 7, vivenciar um momento de grande interação: a troca de ideias sobre o extermínio da juventude e sobre os próximos passos de mobilização.
Eles participaram ainda de dinâmicas e bate-papo sobre o Projeto Popular para o Brasil, uma luta comum da juventude que busca melhores condições de vida através, por exemplo, da conquista pela moradia digna, pela reforma agrária, pela educação e participação popular.
E eles também curtiram e aprenderam sobre capoeira, bateria e teatro.Agora, todos voltaram para suas regiões animados a multiplicar os momentos desta última terça-feira, especialmente quando o assunto for a luta pela vida dos jovens pobres que sobrevivem entre a miséria e a violência do campo e das cidades brasileiras.
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Levante participa do Grito dos Excluídos
E da Campanha Nacional contra o extermínio da Juventude
Ao lado dos jovens das Pastorais da Juventude Rural, a gurizada do Levante participou, durante a manhã de ontem do 16° Grito dos Excluídos. A mobilização acontece todos os anos no dia da Independência do Brasil, 7 de setembro. Dia em que movimentos sociais, centrais sindicais, partidos políticos e grupos marginalizados pela sociedade marcham pela soberania do povo brasileiro. Os excluídos pedem que a independência, que não garante os direitos e a liberdade dos cidadãos, ultrapasse a data formalizada nos calendários.
A juventude do Levante e das Pastorais aproveitaram o Grito deste ano para pedir o fim do extermínio dos jovens, que são assassinados todos os dias no País. Em todo o Brasil, o número de mortes passa de 50 por dia. Entre as causas de morte dos adolescentes, 45% deles morre por homicídio. Morte por acidente está em 22%. Os dados mostram que a juventude brasileira, grande parte exterminada pela polícia, é vítimas de mais mortes do que em alguns países que vivem em guerra. E se a situação não mudar, 30 mil jovens entre 12 e 18 anos serão assassinados até 2012.

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A juventude do Levante e das Pastorais aproveitaram o Grito deste ano para pedir o fim do extermínio dos jovens, que são assassinados todos os dias no País. Em todo o Brasil, o número de mortes passa de 50 por dia. Entre as causas de morte dos adolescentes, 45% deles morre por homicídio. Morte por acidente está em 22%. Os dados mostram que a juventude brasileira, grande parte exterminada pela polícia, é vítimas de mais mortes do que em alguns países que vivem em guerra. E se a situação não mudar, 30 mil jovens entre 12 e 18 anos serão assassinados até 2012.A Juventude não vai se conformar com essa realidade.
Vai continuar na luta contra o extermínio dos jovens
e por melhores condições de vida!
Vai continuar na luta contra o extermínio dos jovens
e por melhores condições de vida!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Pelo fim do extermínio da juventude pobre!
O Levante e as Pastorais da Juventude estão organizando para esta terça-feira, dia 7 de setembro, uma mobilização que vai debater o extermínio dos jovens. O encontro todo vai ser recheado de oficinas sobre a Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio da Juventude! A mobilização vai acontecer após o Grito dos Excluídos, marcado para o turno da manhã.Os jovens que não se conformam com a situação de criminalização do povo pobre e com a matança da juventude na periferia e no campo brasileiros estão convidados a participar desse momento, que vai rolar a partir das 13h30min, no Pão dos Pobres, localizado na rua da República, n° 801, bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
GRITO DOS EXCLUÍDOS

No próximo dia 07 de setembro o Levante vai estar com a Banda Loka na rua junto com o povo no 16º Grito dos Excluídos. A concentração será no Largo Glênio Peres às 08:30h da manhã.
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
EM DEBATE - Grito dos Excluídos
Por Ana Maria Amorim.
Sete de setembro é lembrado, na História do Brasil, como a data que marca a independência do país. Segundo a história oficial do país, foi nesta data, em 1822, que o Brasil quebrou sua ligação com sua antiga metrópole, Portugal. Esta data é símbolo para a nação, pois representaria a sua soberania nacional. Mas será que o grito de independência de Dom Pedro, às margens do rio Ipiranga, realmente significou tal soberania ao país?Questionando esta ideia, anualmente organizações populares promovem o Grito dos Excluídos – uma grande mobilização feita durante a semana da pátria que denuncia a falta de um projeto popular no Brasil.
Radioagência NP: O que é o Grito dos Excluídos?
Ari Alberti: O Grito dos Excluídos é um acontecimento que já tem 15 anos. Ele surgiu a partir da Segunda Semana Social Brasileira, que foi promovida pela CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil], pastorais e movimentos, que tratava do tema “Brasil: alternativas e protagonistas”. Acabado este processo se pensou em uma ideia do que poderíamos construir coletivamente e aí surge o Grito dos Excluídos, para ser realizado na data do sete de setembro, fazendo uma reflexão a partir da história da independência do Brasil. Ele acontece em todo o Brasil, de forma descentralizada, sem priorizar a realização de atos nos grandes centros. Podemos dizer que, passado 15 anos, que ele tem dimensão nacional, pois está em todos os estados do país durante a semana da pátria.RNP: Quem são estes excluídos?
AA: Se olharmos pelas definições, todos nós estamos incluídos neste mundo, mas a maioria está incluída de uma forma perversa. Nós chamamos de excluído, por exemplo, a pessoa que não tem condição de acessar a saúde, educação, moradia, terra, emprego. São pessoas sem condição de competir no mercado, que é desigual, e que não tem condição de fazer ouvir sua voz, seus gritos, que estão calados, emudecidos. Nós lutamos por justiça e ao lutar por justiça, entendemos que juntos estamos construindo uma proposta de um projeto de país diferente, onde o povo possa ser incluído politicamente, economicamente e socialmente, onde as pessoas possam viver com dignidade.RNP: Qual será o tema do 15º Grito dos Excluídos?
AA: A primeira afirmação sempre é a mesma: vida em primeiro lugar. O complemento deste ano é: “a força da transformação está na organização popular”. Acreditamos abertamente que as mudanças só poderão vir de baixo para cima. Então o nosso desafio é ajudar a informar, formar e conscientizar o povo para que possamos de fato fazer esse movimento, essa luta de baixo para cima, para que as mudanças possam acontecer.RNP: Qualquer pessoa pode participar da construção do Grito dos Excluídos?
AA: O Grito dos Excluídos é um acontecimento que não tem um dono nem uma pauta específica de reivindicação. Cada local se organiza a partir dos gritos maiores que tem mais a ver com a realidade da população daquela região.RNP: E se a pessoa tiver interesse, como ela pode se inserir na organização desta manifestação popular?
AA: O que as pessoas podem e devem fazer, se tiver interesse, é procurar na sua cidade, em seu estado, nas associações, como as pastorais, se por acaso está acontecendo a construção do Grito dos Excluídos. Caso tenha dificuldades, nós da secretaria nacional podemos ajudar a partir dos endereços de onde são organizados os Gritos. Todos serão bem-vindos e bem-vindas nesta atividade. Nós temos que passar da atividade de ficar apenas assistindo as coisas acontecerem. Nós temos que sair da situação de platéia para sermos atores e atrizes. Temos que protagonizar, que agir, para construir uma pátria livre e independente.
O telefone da coordenação nacional do Grito dos Excluídos é (11) 2272-0627. Informações também podem ser obtidas através do endereço na internet: www.gritodosexcluidos.org
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