O Ministério Público recomendou à Casa Civil a retirada do regime de urgência do projeto que pede autorização legislativa para o Executivo Estadual vender área da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase), localizada no Morro Santa Teresa, em Porto Alegre. O MP alerta que está em tramitação no Judiciário uma ação civil pública que busca a regularização fundiária das vilas Ecológica, Gaúcha e Santa Teresa, que ocupam a área que o governo Yeda Crusius pretende alienar ou permutar.segunda-feira, 31 de maio de 2010
O MORRO SANTA TEREZA É DO POVO!
O Ministério Público recomendou à Casa Civil a retirada do regime de urgência do projeto que pede autorização legislativa para o Executivo Estadual vender área da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase), localizada no Morro Santa Teresa, em Porto Alegre. O MP alerta que está em tramitação no Judiciário uma ação civil pública que busca a regularização fundiária das vilas Ecológica, Gaúcha e Santa Teresa, que ocupam a área que o governo Yeda Crusius pretende alienar ou permutar.De acordo com a legislação brasileira, os ocupantes têm direito de permanecerem no local. Além disso, a Constituição estadual prevê que as áreas do Estado que se encontrem subutilizadas ou não utilizadas sejam destinadas para a moradia popular.
texto publicado em vários blogues, esse fragmento foi extraído do Diário Gauche.
Há alguns dias, o panfleto disfarçado de jornal Zero Hora publicou uma reportagem afirmando que, entre outras entidades, o Ministério Público apoiava a idéia de vender o terreno da FASE para que fossem construídos luxuosos prédios e hotéis, acessíveis só aos ricassos que virão assistir à Copa de 2014. Das duas uma, ou o Ministério Público decidiu ouvir as reivindicações do povo contra a venda do Morro Santa Tereza, ou a Zero Hora publicou uma mentira deslavada na tentativa de agilizar o processo que tenta entregar a área à uma empreitera do Grupo RBS. Da primeira hipótese a gente pode até duvidar, já a segunda nos parece bem mais plausível...
domingo, 30 de maio de 2010
II ASSEMBLÉIA POPULAR NACIONAL
Resistência e unidade. Com esses compromissos terminou a II plenária nacional da Assembléia Popular (AP). Os mais de 500 participantes revisitaram o documento “Brasil que queremos”, cuja construção foi iniciada ainda em 2005. O exercício do poder popular, tal como a crítica radical ao atual sistema capitalista foram os dois principais conceitos afirmados durante o encontro.
O documento final será divulgado até agosto deste ano. De acordo com Irmã Delci Franzen, assessora das Pastorais Sociais da CNBB, projetos contra o imperialismo, o endividamento dos países mais pobres, além de campanhas contra os megaprojetos, como Belo Monte e o complexo Madeira e em favor da redução da jornada de trabalho são passos que estão apontados para as lutas da AP para o próximo período.
A formação dos militantes e o trabalho de base também são prioritários. “Estamos construindo iniciativas que apontam para o novo, fundado em novos valores da justiça, da defesa do meio ambiente. Ao escrever o Brasil que se quer, está claro o Brasil que não se quer. A gente está na ofensiva”, disse.
Outro projeto que está na agenda da AP é a luta pelo limite da propriedade terra, como uma forma de diminuir com as grandes concentrações de terra nas mãos de poucos latifundiários no Brasil. Um plebiscito popular, aos moldes como foram o da ALCA e o da reestatização da Vale do Rio Doce, deverá ser promovido até o próximo ano.
Unidade das forças populares
O conjunto das organizações que compõem a AP manifestou o espaço como um lugar de construção de consensos. “Vamos potencializar as diferenças no debate e superá-las. Sinto uma nova semente de unidade na esquerda do Brasil”, afirmou irmã Delci.
O processo da AP visa fortalecer a capacidade de ação política dos movimentos participantes a fim de convocar o conjunto da sociedade para mobilizar-se pela ampliação dos direitos do povo e por profundas transformações políticas e institucionais. Nessa caminhada, a AP propõe alternativas para o desenvolvimento com justiça social e o compromisso com a vida em todas as suas expressões, considerando por isso o cenário de crise ambiental que vive a humanidade e que demanda uma mudança radical no rumo dominante do processo econômico.
PELA ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA!
Punição aos torturadores da ditadura Civil-Militar. Pela abertura dos aqruivos já!Assine o abaixo-assinado pela abertura dos arquivos da ditadura civil-militar aqui.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
CINISMO
PrintScreen extraído do sítio do Aparato de Tortura do Brasil, leia-se Exército brasileiro.A cara-dura e o cinismo não tem limites no Brasil! Com o recuo do governo depois do alvoroço dos milicos por causa do 3º Plano Nacional de Direitos Humanos que pretendia punir os torturadores da ditadura civil-militar brasileira, a milicada tem a cara de pau de exaltar um golpe rasteiro e covarde chamado por eles de "revolução democrática de março de 1964". No sítio do exército, lá pelas tantas está escrito:
Vitoriosas, as tropas revolucionárias foram recebidas com aplausos pela população, que saudava a volta do País à normalidade.
Eufórico, o povo vibrou nas ruas com a prevalência da democracia, restabelecida com a vitória do movimento de março de 1964.
Não tem cabimento, isso é uma afronta à memória de tantos que morreram para libertar o país da tirania, um verdadeiro tapa na cara das famílias que até hoje não puderam enterrar seus mortos.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
PLÁGIO
Assista ao vídeo plagiado da campanha de Ana Amélia Lemos ao senado
Ana Amélia Lemos, aquela mesma que aparecia todos os dias para estragar o almoço do povo, é candidata ao Senado Federal pelo PP. Ela não teve capacidade nem criatividade para fazer um comercial na TV. Então na cara-dura, decidiu copiar o comercial de campanha da Primeira Ministra da Alemanha Angela Merkel. É muita cara de pau!
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