quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Articulação Regional da Juventude do Campo e da Cidade
A consolidação do espaço de articulação da Juventude do Campo e da Cidade continua avançando pelo pampa a fora.
Este fórum, que tem por objetivo reunir as juventudes dos movimentos sociais em torno de uma estratégia comum, já estava em andamento em nível nacional desde o ano passado. No nosso estado este processo se intensificou a partir deste ano, com construção do Acampamento da Juventude do Campo e da Cidade.
Desde Setembro já ocorreu uma série de Encontros Regionais para introduzir esta articulação nos espaços em que há a presença de organizações sociais. Já foram realizados os encontros da Região Metropolitana, da Região Norte, da Região Centro.
Neste último final de semana, foi realizado o Encontro da Região Sul, em Hulha Negra , que apesar da chuva, reuniu mais de 30 militantes. No próximo dia 28, fechando este ciclo de encontros por macro-regiões, será a vez da região serrana promover o seu encontro. - ||| LEIA TUDO AQUI! ||| -
Este fórum, que tem por objetivo reunir as juventudes dos movimentos sociais em torno de uma estratégia comum, já estava em andamento em nível nacional desde o ano passado. No nosso estado este processo se intensificou a partir deste ano, com construção do Acampamento da Juventude do Campo e da Cidade.
Desde Setembro já ocorreu uma série de Encontros Regionais para introduzir esta articulação nos espaços em que há a presença de organizações sociais. Já foram realizados os encontros da Região Metropolitana, da Região Norte, da Região Centro.
Neste último final de semana, foi realizado o Encontro da Região Sul, em Hulha Negra , que apesar da chuva, reuniu mais de 30 militantes. No próximo dia 28, fechando este ciclo de encontros por macro-regiões, será a vez da região serrana promover o seu encontro. - ||| LEIA TUDO AQUI! ||| -
domingo, 22 de novembro de 2009
Campesinato finalmente tem sua história contada
Na história oficial, o campesinato só é lembrado por grandes revoltas como Canudos e Contestado. De resto, não aparece nos livros. Agora poderemos conhecer um pouco melhor essa história popular.
A coleção História social do campesinato no Brasil, foi lançada na noite do dia 19/11, na Faculdade de Educação da UFRGS. Editada em 10 volumes, a coleção envolveu mais de 150 pesquisadores e professores a convite da Via Campesina.
Nos livros encontram-se releituras de antigas rebeliões, e muitos outros fatos esquecidos no passado: as ações de latifundiários contra posseiros que encomendavam a morte de camponeses (coisa que hoje ainda ocorre, mas que antigamente era muito mais comum), a relação dos trabalhadores com a terra e com a natureza, sua identidade e seu modo de vida. A obra como um todo resgata a história de luta do povo rural contra as injustiças do sistema em que vivemos.
Além da importância da coleção, o ato de lançamento na UFRGS mostra que os muros da universidade podem ser rompidos pela iniciativa dos movimentos sociais. Os camponeses, que alguns diziam que iam desaparecer, continuam lutando e reivindicando seu direito de existir, no meio rural, na rua, na universidade e nos livros.
A mística que abriu o lançamento foi realizada pelos movimentos da Via em conjunto com o Levante Popular da Juventude. Outros movimentos sociais, como o MTD, sindicatos e professores da universidade estavam presentes no evento. No fim, houve um momento de confraternização, onde foram servidos alimentos produzidos nos assentamentos num coquetel à moda camponesa.
A coleção História social do campesinato no Brasil, foi lançada na noite do dia 19/11, na Faculdade de Educação da UFRGS. Editada em 10 volumes, a coleção envolveu mais de 150 pesquisadores e professores a convite da Via Campesina.
Nos livros encontram-se releituras de antigas rebeliões, e muitos outros fatos esquecidos no passado: as ações de latifundiários contra posseiros que encomendavam a morte de camponeses (coisa que hoje ainda ocorre, mas que antigamente era muito mais comum), a relação dos trabalhadores com a terra e com a natureza, sua identidade e seu modo de vida. A obra como um todo resgata a história de luta do povo rural contra as injustiças do sistema em que vivemos.
Além da importância da coleção, o ato de lançamento na UFRGS mostra que os muros da universidade podem ser rompidos pela iniciativa dos movimentos sociais. Os camponeses, que alguns diziam que iam desaparecer, continuam lutando e reivindicando seu direito de existir, no meio rural, na rua, na universidade e nos livros.
A mística que abriu o lançamento foi realizada pelos movimentos da Via em conjunto com o Levante Popular da Juventude. Outros movimentos sociais, como o MTD, sindicatos e professores da universidade estavam presentes no evento. No fim, houve um momento de confraternização, onde foram servidos alimentos produzidos nos assentamentos num coquetel à moda camponesa.
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Contra o monopólio dos meios, documentário incita: “Levante sua voz”
Incentivar o debate sobre o direito à comunicação no país, partindo da denúncia sobre a concentração da mídia. Esse é o objetivo do vídeo "Levante Sua Voz", realizado pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung.
De forma didática, o vídeo desmistifica o conceito de liberdade de expressão no Brasil, revelando que apenas 11 famílias controlam praticamente todas as concessões públicas para emissoras de rádio e televisão. Ao mesmo tempo, revela-se a perseguição às tentativas de furar esse bloqueio midiático, como é o caso das rádios comunitárias que, nos últimos anos, foram fechadas em número recorde.
Para o militante do Intervozes e responsável pelo roteiro, direção e edição de "Levante Sua Voz", Pedro Ekman, "o vídeo é uma tentativa de levar um tema com toda a sua profundidade e importância por meio de uma linguagem mais acessível a um público não acostumado aos textos geralmente complexos".
Em entrevista ao Brasil de Fato, Ekman comenta a produção do vídeo, os desafios para construir uma comunicação mais democrática e as expectativas para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília.
De forma didática, o vídeo desmistifica o conceito de liberdade de expressão no Brasil, revelando que apenas 11 famílias controlam praticamente todas as concessões públicas para emissoras de rádio e televisão. Ao mesmo tempo, revela-se a perseguição às tentativas de furar esse bloqueio midiático, como é o caso das rádios comunitárias que, nos últimos anos, foram fechadas em número recorde.
Para o militante do Intervozes e responsável pelo roteiro, direção e edição de "Levante Sua Voz", Pedro Ekman, "o vídeo é uma tentativa de levar um tema com toda a sua profundidade e importância por meio de uma linguagem mais acessível a um público não acostumado aos textos geralmente complexos".
Em entrevista ao Brasil de Fato, Ekman comenta a produção do vídeo, os desafios para construir uma comunicação mais democrática e as expectativas para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília.
Como surgiu a iniciativa de realizar esse vídeo?
Pedro Ekman: O Intervozes, estudando novas formas de se travar o debate sobre o direito à comunicação, entendeu que uma produção áudio visual cumpriria o papel de ampliar esse tema para um público menos especializado do que o que é atingido pelos textos, livros e estudos disponibilizados pela entidade. O vídeo é uma tentativa de levar um tema com toda a sua profundidade e importância por meio de uma linguagem mais acessível a um público não acostumado aos textos geralmente complexos.Como se deu a produção?
Inicialmente é importante lembar que tivemos o suporte de muitos parceiros do movimento social que ajudaram com infraestrutura técnica sem os quais essa produção seria impossível. Como contávamos com pouco dinheiro, tínhamos que pensar um roteiro capaz de descrever a dramática situação da comunicação no Brasil em sua complexidade sem que fosse preciso uma produção dispendiosa. Optamos por um formato inspirado no curta "Ilha das Flores", de Jorge Furtado. Esse formato conta de uma forma bem humorada a dura situação da desigualdade social brasileira. A estrutura se resume a uma narrativa em off e uma sucessão de imagens que se repetem. A locução em off facilita tecnicamente as gravações nas locações e acaba barateando o processo; por outro lado, a televisão brasileira nos fornece um rico material dos contraexemplos de uma comunicação razoável. Assim, entendemos que o formato do "Ilha das Flores" resolvia a equação "baixo orçamento x conteúdo extenso".
Como está sendo a divulgação e a recepção desse material?
O vídeo foi lançado na internet pelo portal do Observatório do Direito à Comunicação e pode ser visto no YouTube também. Em breve o Intervozes disponibilizará o arquivo para ser baixado em sua página institucional. Importante lembrar que os direitos sobre a obra estão em Criative Commons, possibilitando sua livre reprodução, manipulação e distribuição em atividades não comerciais. Estamos tentando viabilizar cópias em DVD para distribuir para os movimentos sociais parceiros na luta pela democratização da comunicação. A recepção do vídeo tem sido muito boa, em menos de uma semana mais de 1000 internautas assistiram ao vídeo e os comentários registrados no site do Observatório têm sido muito positivos.Na sua avaliação, quais os desafios para conscientizar a população sobre a existência desses oligopólios de mídia?
O maior desafio talvez seja justamente encontrar meios para furar a muralha de informação que o próprio oligopólio levantou ao seu redor para impedir qualquer crítica ao seu funcionamento. Para isso, acredito que temos que multiplicar os instrumentos de fala contra-hegemônica e encontrar linguagens que dialoguem com o maior número de pessoas possível. Não vamos conseguir vencer um oligopólio que tem inúmeros veículos e que trabalha numa linguagem popular com poucos veículos que insistam em uma linguagem hermética. A multiplicação de meios de comunicação contra hegemônicos não é uma coisa simples por todos os motivos que o vídeo descreve, mas a opção por uma linguagem menos hermética é algo que podemos fazer e é algo que ainda encontra muita resistência, mesmo na esquerda brasileira. Eduardo Galeano escreve sobre isso de forma memorável. Ele diz: "A linguagem hermética nem sempre é o preço inevitável da profundidade". Em alguns casos pode estar simplesmente escondendo uma incapacidade de comunicação, elevando-a à categoria de virtude intelectual. Suspeito que o fastio serve, dessa forma, para bendizer a ordem estabelecida: confirma que o conhecimento é um privilégio das elites. Algo parecido costuma ocorrer, diga-se de passagem, com certa literatura militante dirigida a um público conivente. Parece-me conformista, apesar de toda a sua possível retórica revolucionária, uma linguagem que repete mecanicamente, para os mesmos ouvidos, as mesmas frases pré-fabricadas, os mesmos adjetivos, as mesmas fórmulas declamatórias. Talvez essa literatura de paróquia esteja tão longe da revolução como a pornografia está longe do erotismo."O vídeo fala muito sobre os meios tradicionais de comunicação e sua influência sobre o imaginário coletivo. Você acredita que as novas ferramentas de comunicação, possibilitadas sobretudo pela internet, podem reverter um pouco desse quadro?
Optamos por nos ater aos veículos que ainda atingem as massas de forma mais concreta, como o rádio e a TV, pois eles, junto com os meios impressos, são o retrato da história de concentração da comunicação no Brasil. Mas sem dúvida a internet em um cenário de convergência tecnológica vai mexer com toda a estrutura do quadro. Principalmente no que diz respeito à oferta de canais para a veiculação de conteúdo, que são extremamente concentrados no rádio e na TV e na internet tendem ao infinito. Contudo, hoje o acesso à banda larga é muito restrito no Brasil. Sem a universalização do acesso de forma gratuita, a internet nunca se tornará a TV.Qual sua expectativa para a Conferência Nacional de Comunicação? De que forma ela pode ajudar a construir uma comunicação mais democrática?
A Conferência possibilita, pela primeira vez, um debate público que nunca foi feito no Brasil. A comunicação é um tema historicamente inexistente para a sociedade brasileira, sendo percebida como algo natural e imutável. Mesmo os movimentos sociais mais combativos não têm a comunicação como uma de suas pautas centrais e a Conferência joga luz sobre esse assunto.
Por outro lado é uma pena que o processo esteja tão prejudicado pelas imposições feitas pelo oligopólio e incorporadas sem qualquer resistência pelo governo. A super representação do setor empresarial e a necessidade de quorum qualificado para a aprovação de qualquer proposta distorcem o sentido de uma conferência, que existe justamente para permitir que a sociedade civil tenha alguma voz, já que durante todo o ano ela permanece alijada da arena onde se travam os debates sobre a comunicação, da qual participam Poder Público e os proprietários dos grandes veículos. Além disso, a proibição de eleição de delegados e de votação de propostas nas etapas municipais as esvazia, remetendo toda a disputa para a etapa nacional, o que contraria importante princípio de uma conferência, que é justamente ampliar o debate na sociedade. Um reflexo disso pode ser visto na Conferência Municipal na cidade de São Paulo que aconteceu neste final de semana. Apesar do importante debate realizado, empresários e poder público estiveram ausentes e a conversa circulou apenas entre a sociedade civil sem que o confronto necessário das idéias e dos interesses se desse na prática. Em todo caso, se o processo entorno da Confecom servir para esquentar a pauta e mobilizar o povo em torno desse tema, ela já terá cumprido um grande papel.
Por Patrícia Benvenuti do BrasildeFato


sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Soy Loco Por Sol - Mundo Livre S.A.
"É uma paixão incontrolável eu não consigo resistir
Comprar, comprar, gastar, torrar
Eu não vivo sem consumir
Sou o gatilho mais rápido do oeste
Com um American Express na mão..."
sábado, 14 de novembro de 2009
Sociedade Murada
Enquanto a Mídia dos Playboy comemora a queda do Muro de Berlim (há 20 anos) o povo luta contra os muros do capitalismo todos os dias...
Muro que segrega o povo mexicano do Império Estadunidense

Muro que segrega o povo palestino do Império Israelense
Muro que segrega o povo das favelas cariocas da "Cidade Maravilhosa"
Muro que segrega o povo de Paraisópolis da elite do Morumbi, em São Paulo
Muro que segrega o povo da Vila Chocolatão do Centro da cidade de Porto Alegre
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Encontro Gaúcho de Estudantes de História
O 11º Encontro Gaúcho de Estudantes de História vai acontecer do dia 20 a 22/11 na UFSM em Santa Maria.
Confira aqui a programação do encontro.
Confira aqui a programação do encontro.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Não use drogas
Elas provacam...
dependência, danos irreversíveis ao seu cérebro, impotência, e alimentam o crime organizado.
Cuidado! A próxima vítima pode ser o seu filho.
Participe desta campanha.
Participe desta campanha.
RBS NEM PENSAR!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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