A elite "brasileira" faz a mesma coisa e acha lindo! - ||| LEIA TUDO AQUI! ||| -
terça-feira, 26 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
PELAS RUAS
AGRO=NEGÓCIO:
CULTURA DA FOME!
CULTURA DA FOME!
PINTAR, PIXAR, COLAR E LUTAR!
LEVANTE E LUTE!
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LEVANTE E LUTE!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Marcha
Via Campesina defende a produção de alimentos em frente à Aracruz em Guaíba

Mais de mil trabalhadores organizados na Via Campesina fizeram manifestação na manhã de terça-feira em frente à empresa de celulose Aracruz em Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre. Os manifestantes reivindicam medidas de auxílio aos pequenos agricultores atingidos pela estiagem no Rio Grande do Sul.
Ao deixar a entrada da Aracruz, o grupo seguiu para o centro de Guaíba, sempre acompanhado por enorme contingente (fortemente armado) da Brigada Militar.
O pedágio de Eldorado do Sul teve as cancelas liberadas por meia hora. Em São Borja, na fronteira com a Argentina, 350 camponeses bloquearam a Ponte da Integração. Os protestos também ocorreram nas divisas entre os dois Estados na ponte sobre o Rio Uruguai no distrito de Goio-En e entre Lages (SC) e Vacaria (RS). A Via Campesina quer anistia das dívidas e a criação de uma bolsa-estiagem. A informação é da Agência Chasque.
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Ao deixar a entrada da Aracruz, o grupo seguiu para o centro de Guaíba, sempre acompanhado por enorme contingente (fortemente armado) da Brigada Militar.
O pedágio de Eldorado do Sul teve as cancelas liberadas por meia hora. Em São Borja, na fronteira com a Argentina, 350 camponeses bloquearam a Ponte da Integração. Os protestos também ocorreram nas divisas entre os dois Estados na ponte sobre o Rio Uruguai no distrito de Goio-En e entre Lages (SC) e Vacaria (RS). A Via Campesina quer anistia das dívidas e a criação de uma bolsa-estiagem. A informação é da Agência Chasque.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Semana Acadêmica da História
“FIZEMOS UMA REVOLUÇÃO MAIOR QUE NÓS MESMOS”
50 ANOS DA VITÓRIA CUBANA E A AMÉRICA LATINA
50 ANOS DA VITÓRIA CUBANA E A AMÉRICA LATINA
Semana Acadêmica da História: 25 a 29 de maio
Pantheon, IFCH, Campus do Vale
Pantheon, IFCH, Campus do Vale
As atividades começarão às 08:30 pela manhã, às 13:30 à tarde e às 18:30 à noite.
PROGRAMAÇÃO
Segunda, 25 de maio
Manhã:
Independência e imperialismo na América pré-revolucionária
Revolução na América Latina e em Cuba: Teoria e Prática Social - César Augusto B. Guazzelli (Professor Doutor de História da UFRGS)
Expansionismo estadunidense: a Suzana Bleil (Professora Doutora de História da UFRGS)
Tarde:
Filmes: Che, o argentino e Che, a guerrilha (13:00 – 17:00)
Noite:
O processo revolucionário Revolução Guatemalteca: Marcos Machry (graduando do curso de História da UFRGS)
Revolução Cubana: a Vitória da Guerrilha: Claudia Wasserman (Professora Doutora de História da UFRGS)
A visão estadunidense: Bruno Henz Biazetoo (Professor da UNIVATES e mestre PUC)
Terça, 26 de maio
Manhã:
Consolidação do governo, Che e o internacionalismo: Laurence W. Gonçalves (Especialista em História Contemporânea FAPA )
Consolidação da Revolução Cubana: Ubiratan Souza (Economista)
Che Guevara: Charles Sidarta Machado Domingos (mestre em História UFRGS )
Tarde:
Mesa “O papel da mulher na revolução”: Eliane de Moura Martins (Graduada em História pela UFSM e dirigente do MTD) e depoimento de Ignez Maria Serpa
Noite: Educação e saúde. De Cuba para o mundo
Educação: Marcos Rodrigues (formador político da Guayí e de movs. Sócias)
Saúde: Ricardo Haesbaert (Presidente da Associação José Marti RS)
Quarta, 27 de maio
Manhã:
Intervencionismo Yanque e a doutrina de Segurança Nacional: Enrique Padrós (Professor Doutor de História da UFRGS) e Rui Guimarães (Professor de História da Rede Estadual de Ensino)
Tarde:
Oficina “Pesquisa e ensino” O intelectual Che: (Daniela Conte – mestranda UFRGS)
Como levar o estudo das Revoluções para o público em geral (Rodrigo Leites, historiador FAPA)
Noite:
“Façamos 1, 2, 3 Vietnam”: impacto da revolução na América Latina
Brasil: Davi Ruschel(Professor de História e mestrando UFRGS)
Argentina: Caroline Bauer (Professora de História e doutoranda UFRGS)
Uruguai: Ananda Simões (Mestre em História pela UFRGS)
Quinta, 28 de maio
Manhã:
A queda da URSS e o período especial: Luiz Dario (Professor de História da UFRGS) e Ruth Ignácio (Professora Doutora da PUCRS) (a confirmar)
Tarde:
Relatos de viagem + apresentação de trabalhos
Noite:
Pelo voto ou pela arma: casos do Chile e Nicarágua: Silvia (Mestranda em História UFRGS ) e Carlo Hess (Professor de História da ULBRA)
Educação em Cuba: Vera Peroni (Professora Doutora da Pedagogia UFRGS)
Sexta, 29 de maio
Manhã:
“Não estamos numa época de mudanças, mas numa mudança de época”- ALBA e o contexto atual da América Latina: Vicente Ribeiro (Mestre em História UFRGS)
O Socialismo do século XXI: Venezuela, Bolívia e Equador: Carla Ferreira (confirmar dados – Doutoranda em História pela UFRGS)
Tarde:
Exibição do filme “Soy Cuba” e entrevista com Fidel
Noite:
A crise capitalista e o futuro do socialismo: Luiz Miranda (Professor de Economia UFRGS)
A vitória cubana 50 anos depois: Raul Pont (Deputado Estadual)
Maiores informações: www.chistufrgs.blogspot.com
chist.ufrgs@yahoo.com.br
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Serão possibilitados certificados de 20, 40 e 60 horas, com o valor de 7 (sete) reais. As inscrições poderão ser feitas no local ou através do e-mail do CHIST.
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A semana acadêmica conta com o apoio da Associação José Marti.
chist.ufrgs@yahoo.com.br
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Serão possibilitados certificados de 20, 40 e 60 horas, com o valor de 7 (sete) reais. As inscrições poderão ser feitas no local ou através do e-mail do CHIST.
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A semana acadêmica conta com o apoio da Associação José Marti.
Estará presente no evento a banca da Expressão Popular.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Direita guasca vandaliza símbolo popular do Rio Grande do Sul
Não bastou matar São Sepé Tiaraju. Era preciso matar também a sua história.
Acaba de ser posto abaixo pelo poder municipal de São Gabriel um monumento a São Sepé Tiarajú e 1.500 companheiros mártires. Esse desrespeito aos que souberam dar a vida em favor dos irmãos do Povo Guarani e das próprias Missões Jesuíticas, se insere numa sequência de antecedentes que parecem não ter fim.
Tão logo Sepé Tiaraju e o exército guarani, no ano de 1756, foram chacinados pelos exércitos unidos de Espanha e Portugal, impérios mais fortes do mundo da época, a terra que até então era posse comunitária de todo um povo, teve como sucedânea uma economia de latifúndio. Grandes extensões de campo, denominadas sesmarias, começaram a ser apropriadas, começando pelos próprios oficiais comandantes “vencedores” da guerra guaranítica. Além da terra e das sete lindas cidades missioneiras, havia vários milhões de cabeças de gado no pampa, fruto do trabalho dos índios. Não é por acaso que até os dias de hoje, a cidade de São Gabriel, onde o povo guarani travou as batalhas definitivas, é o coração do latifúndio que é predatório de terra e opressor de gente, um dos exemplos brasileiros mais significativos da urgência em se realizar a reforma agrária.
No ano de 1956, quando se completavam os 200 anos do martírio do herói popular Sepé Tiaraju, surgiu um movimento no Rio Grande com vistas a levantar um monumento em praça pública de Porto Alegre, em honra ao “índio do grito”. A pressão bateu às portas do palácio Piratini, sede do governo do Estado. Ildo Meneghetti achou por bem consultar o Instituto Histórico e Geográfico. Esta instituição deu um parecer totalmente contrário dizendo em síntese: “Sepé Tiaraju, herói português não é, porque combateu contra o império de Portugal. Tampouco é herói espanhol pelos mesmos motivos: combateu contra Espanha. Herói brasileiro menos ainda, porque o Brasil nem existia". A conclusão foi contundente: “Quem pariu mateus que o embale. Quando muito Tiaraju talvez possa ser herói jesuítico pois foram os padres que deram origem a essa figura. Eles então que lhe levantem o monumento que quiserem”. Sepé acabava de ser morto mais uma vez. Aos dois impérios que esbulharam as terras do povo guarani, governo e classe dominante do Rio Grande sucediam-lhes em crueldade, sem solução de continuidade.
No ano de 1948, uma equipe de alunos do colégio secundário “Júlio de Castilhos”, filhos de grandes fazendeiros da fronteira, saudosos da vida em suas fazendas do interior, inventaram um movimento gauchista. Adotaram a estância latifundiária dos fins do século XIX e começos do século XX como modelo e padrão do seu tradicionalismo. O MTG que anda espalhadíssimo por aí, não só no Rio Grande mas por todo o Brasil e mesmo fora do país, foi fabricado artificialmente e se consagrou como um tradicionalismo de CTG. É um gauchismo de classe dominante. Um gauchismo ou tradicionalismo às avessas, de cima para baixo. Os pobres do Rio Grande nada tem a ver com ele, nem ontem nem hoje.
O gauchismo do povão que vinha até então, isto é, até esse outro inventado pelos jovens estudantes, vinha sendo pautado, entre muitos, pelos escritores Simões Lopes Neto, Érico Veríssimo e Manoelito de Ornelas. Tem como ato fundante as Missões Jesuíticas com seu mais belo florão, São Sepé Tiaraju, ampliado depois pelos negros quilombolas com a história do Negrinho do Pastoreio e hoje apoiado integralmente pelos movimentos populares, principalmente pelos Sem-Terra e os pequenos agricultores, os operários, os desempregados, os catadores, etc. Infelizmente o gauchismo da classe dominante, o de CTG, continua sendo hegemônico até os dias de hoje.
No ano de 2006, por ocasião dos 250 anos do martírio de São Sepé e dos Missioneiros, os movimentos populares do Rio Grande se uniram e, através de uma lei aprovada por unanimidade pela Assembléia Legislativa, São Sepé Tiaraju foi proclamado herói guarani, missioneiro e rio-grandense. Foi dando concretude a essa lei assinada por todos os deputados e pelo poder executivo do estado que levantamos o Oratório-Monumento em honra de Sepé e companheiros mártires, lutadores em defesa de terra e pátria para o povo guarani. Tivemos o cuidado de erguê-lo na Sanga da Bica, no lugar exato em que tombou Sepé, por ser o primeiro monumento ao santo canonizado pelo povo.
Nesse mesmo ano de 2006, a imprensa registrou através de várias manchetes, a apropriação que os movimentos populares conseguiram fazer da figura histórica de Sepé Tiaraju, contra a classe dominante, especialmente os latifundiários que queriam se adonar do índio mártir e particularmente do seu brado histórico: “Esta terra tem dono pois foi Deus e o Arcanjo São Miguel que no-la deram em herança”.
Os latifundiários como anti-povo, tinham e têm em vista a apropriação do “índio do grito” em defesa da propriedade ferrenha das terras como latifúndios, em contraposição com os pobres Sem-Terra que desejam a posse comunitária ou então como pequenas propriedades rurais destinadas à agricultura familiar ecologicamente correta.
A classe hegemônica dos grandes proprietários rurais começa a sentir que está perdendo a guerra ideológica de seu individualismo capitalista para uma economia mais solidária de pequenas propriedades familiares ou comunitária, de associações populares e cooperativas.
Perdida a guerra ideológica contra o povão, só resta o vandalismo até mesmo em cima dos símbolos, como é o caso desse oratório-santuário que acaba de ser demolido. É de se esperar que o Ministério Público do Estado e a Procuradoria da República nesta região do país, pelo menos desta vez, não acrescente à perseguição que movem contra os pobres Sem-Terra, a ignomínia de se omitir diante desse novo massacre, praticado contra a memória de uma das mais contundentes provas históricas de que o sacrifício atual desses pobres não difere em nada daquele que matou São Sepé.
Artigo de Antônio Cechin e Jacques Távora Alfonsin. Publicado no portal IHU, da Unisinos.
Tão logo Sepé Tiaraju e o exército guarani, no ano de 1756, foram chacinados pelos exércitos unidos de Espanha e Portugal, impérios mais fortes do mundo da época, a terra que até então era posse comunitária de todo um povo, teve como sucedânea uma economia de latifúndio. Grandes extensões de campo, denominadas sesmarias, começaram a ser apropriadas, começando pelos próprios oficiais comandantes “vencedores” da guerra guaranítica. Além da terra e das sete lindas cidades missioneiras, havia vários milhões de cabeças de gado no pampa, fruto do trabalho dos índios. Não é por acaso que até os dias de hoje, a cidade de São Gabriel, onde o povo guarani travou as batalhas definitivas, é o coração do latifúndio que é predatório de terra e opressor de gente, um dos exemplos brasileiros mais significativos da urgência em se realizar a reforma agrária.
No ano de 1956, quando se completavam os 200 anos do martírio do herói popular Sepé Tiaraju, surgiu um movimento no Rio Grande com vistas a levantar um monumento em praça pública de Porto Alegre, em honra ao “índio do grito”. A pressão bateu às portas do palácio Piratini, sede do governo do Estado. Ildo Meneghetti achou por bem consultar o Instituto Histórico e Geográfico. Esta instituição deu um parecer totalmente contrário dizendo em síntese: “Sepé Tiaraju, herói português não é, porque combateu contra o império de Portugal. Tampouco é herói espanhol pelos mesmos motivos: combateu contra Espanha. Herói brasileiro menos ainda, porque o Brasil nem existia". A conclusão foi contundente: “Quem pariu mateus que o embale. Quando muito Tiaraju talvez possa ser herói jesuítico pois foram os padres que deram origem a essa figura. Eles então que lhe levantem o monumento que quiserem”. Sepé acabava de ser morto mais uma vez. Aos dois impérios que esbulharam as terras do povo guarani, governo e classe dominante do Rio Grande sucediam-lhes em crueldade, sem solução de continuidade.
No ano de 1948, uma equipe de alunos do colégio secundário “Júlio de Castilhos”, filhos de grandes fazendeiros da fronteira, saudosos da vida em suas fazendas do interior, inventaram um movimento gauchista. Adotaram a estância latifundiária dos fins do século XIX e começos do século XX como modelo e padrão do seu tradicionalismo. O MTG que anda espalhadíssimo por aí, não só no Rio Grande mas por todo o Brasil e mesmo fora do país, foi fabricado artificialmente e se consagrou como um tradicionalismo de CTG. É um gauchismo de classe dominante. Um gauchismo ou tradicionalismo às avessas, de cima para baixo. Os pobres do Rio Grande nada tem a ver com ele, nem ontem nem hoje.
O gauchismo do povão que vinha até então, isto é, até esse outro inventado pelos jovens estudantes, vinha sendo pautado, entre muitos, pelos escritores Simões Lopes Neto, Érico Veríssimo e Manoelito de Ornelas. Tem como ato fundante as Missões Jesuíticas com seu mais belo florão, São Sepé Tiaraju, ampliado depois pelos negros quilombolas com a história do Negrinho do Pastoreio e hoje apoiado integralmente pelos movimentos populares, principalmente pelos Sem-Terra e os pequenos agricultores, os operários, os desempregados, os catadores, etc. Infelizmente o gauchismo da classe dominante, o de CTG, continua sendo hegemônico até os dias de hoje.
No ano de 2006, por ocasião dos 250 anos do martírio de São Sepé e dos Missioneiros, os movimentos populares do Rio Grande se uniram e, através de uma lei aprovada por unanimidade pela Assembléia Legislativa, São Sepé Tiaraju foi proclamado herói guarani, missioneiro e rio-grandense. Foi dando concretude a essa lei assinada por todos os deputados e pelo poder executivo do estado que levantamos o Oratório-Monumento em honra de Sepé e companheiros mártires, lutadores em defesa de terra e pátria para o povo guarani. Tivemos o cuidado de erguê-lo na Sanga da Bica, no lugar exato em que tombou Sepé, por ser o primeiro monumento ao santo canonizado pelo povo.
Nesse mesmo ano de 2006, a imprensa registrou através de várias manchetes, a apropriação que os movimentos populares conseguiram fazer da figura histórica de Sepé Tiaraju, contra a classe dominante, especialmente os latifundiários que queriam se adonar do índio mártir e particularmente do seu brado histórico: “Esta terra tem dono pois foi Deus e o Arcanjo São Miguel que no-la deram em herança”.
Os latifundiários como anti-povo, tinham e têm em vista a apropriação do “índio do grito” em defesa da propriedade ferrenha das terras como latifúndios, em contraposição com os pobres Sem-Terra que desejam a posse comunitária ou então como pequenas propriedades rurais destinadas à agricultura familiar ecologicamente correta.
A classe hegemônica dos grandes proprietários rurais começa a sentir que está perdendo a guerra ideológica de seu individualismo capitalista para uma economia mais solidária de pequenas propriedades familiares ou comunitária, de associações populares e cooperativas.
Perdida a guerra ideológica contra o povão, só resta o vandalismo até mesmo em cima dos símbolos, como é o caso desse oratório-santuário que acaba de ser demolido. É de se esperar que o Ministério Público do Estado e a Procuradoria da República nesta região do país, pelo menos desta vez, não acrescente à perseguição que movem contra os pobres Sem-Terra, a ignomínia de se omitir diante desse novo massacre, praticado contra a memória de uma das mais contundentes provas históricas de que o sacrifício atual desses pobres não difere em nada daquele que matou São Sepé.
Artigo de Antônio Cechin e Jacques Távora Alfonsin. Publicado no portal IHU, da Unisinos.
Foto: Estátua de São Sepé Tiaraju, na cidade de São Luiz Gonzaga, RS.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
SOMOS TOSDOS SEM TERRA!
Camponeses realizam jejum por reforma agrária e contra a criminalização

Reportagem: Luciano Cruz
Cerca de cinqüenta integrantes do Movimento Sem Terra e da Comissão Pastoral da Terra, iniciaram, nesta segunda-feira, um jejum em frente ao Ministério Público Federal, em Porto Alegre. Os camponeses protestam contra a criminalização dos Movimentos Sociais, o despejo das 500 famílias do acampamento Jair da Costa em Nova Santa Rita e o fechamento das escolas Itinerantes.
Micheline Oliveira, integrante da coordenação estadual do MST enfatiza que além dessas reivindicações a mobilização busca também pressionar o INCRA para que agilize o assentamento das famílias acampadas, conforme o Termo de Ajuste de Conduta, elaborado pelo próprio Ministério Público há dois anos.
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Micheline Oliveira, integrante da coordenação estadual do MST enfatiza que além dessas reivindicações a mobilização busca também pressionar o INCRA para que agilize o assentamento das famílias acampadas, conforme o Termo de Ajuste de Conduta, elaborado pelo próprio Ministério Público há dois anos.
“Nós queremos cobrar que além de eles tomarem a decisão de reverter esse despejo e de todas as ações que criminalizam o MST, nós queremos cobrar que ele façam sim o seu trabalho de cobrar o INCRA, pelo Termo de Ajuste de Conduta, que foi assinado há dois anos com o INCRA, com a meta de assentar duas mil famílias, sendo que até agora foram quinhentas”.O Jejum deve prosseguir por tempo indeterminado. Caso a ordem de despejo seja mantida, as famílias prometem resistir na área.
terça-feira, 5 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
ZH faz jornalismo marronzista
Ctrl c - Ctrl v!
Basta o Odorico Paraguaçú para definir o panfleto da RBS

Trata-se, tanto quanto se sabe, de um jornalismo lavado e enxaguado no marronzismo mais perfunctoriamente superficialista, levianista e mentirozista.Colocar como manchete principal um desvio pessoal de indivíduos do MST como se fora política usual no MST é exonerar-se da condição de jornalismo informativo sério para vestir os trajes espetaculosos do panfleto politiqueiro mais rebaixado.
Espera-se que os anunciantes deste diário marrom dêem-se conta que estão investindo no veículo errado.
As Informações são do Diário Gauche.
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