
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O MORRO SANTA TEREZA É DO POVO!

domingo, 30 de maio de 2010
II ASSEMBLÉIA POPULAR NACIONAL
PELA ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA!

quinta-feira, 27 de maio de 2010
CINISMO

Vitoriosas, as tropas revolucionárias foram recebidas com aplausos pela população, que saudava a volta do País à normalidade.
Eufórico, o povo vibrou nas ruas com a prevalência da democracia, restabelecida com a vitória do movimento de março de 1964.
Não tem cabimento, isso é uma afronta à memória de tantos que morreram para libertar o país da tirania, um verdadeiro tapa na cara das famílias que até hoje não puderam enterrar seus mortos.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
PLÁGIO
Assista ao vídeo plagiado da campanha de Ana Amélia Lemos ao senado
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Floripa
Fica o exemplo de Floripa... Ano que vem a passagem sobe de novo e nós vamos fazer o quê?
terça-feira, 18 de maio de 2010
SUSTENTABILIDADE PRA QUE(M)?

Enquanto isso no Golfo do México...
13 de Maio
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sábado, 15 de maio de 2010
Genival Oliveira Gonçalves
É preciso ter pés firmes no chão/Sentir as forças vindas dos céus, da missão.../Dos seios da mãe África e do coração/É hora de escrever entre a razão e a emoção/Mãe! Aqui crescemos subnutridos de amor/A distância de ti, o doloroso chicote do feitor.../Nos tornou algo nunca imaginavel, imprevisível/E isso nos trouxe um desconforto horrível/As trancas, as correntes, a prisão do corpo outrora.../Evoluiram para a prisão da mente agora/Ser preto é moda, concorda? Mas só no visual/Continua caso raro ascensão social/Tudo igual, só que de maneira diferente/A trapaça mudou de cara, segue impunemente/As senzalas são as ante salas das delegacias/Corredores lotados por seus filhos e filhas.../Hum! Verdadeiras ilhas, grandes naufrágios/A falsa abolição fez vários estragos/Fez acreditarem em racismo ao contrário/Num cenário de estações rumo ao calvário/Heróis brancos, destruidores de quilombos/Usurpadores de sonhos, seguem reinando.../Mesmo separado de ti pelo Atlântico/Minha trilha são seus românticos cantos/Mãe! Me imagino arrancado dos seus braços/Que não me viu nascer, nem meus primeiros passos/O esboço! É o que tenho na mente do teu rosto/Por aqui de ti falam muito pouco/E penso... Qual foi o erro cometido?/Por que fizeram com a gente isso?/O plano fica claro... É o nosso sumiço/O que querem os partidários, os visionários disso/Eis a qüestão.../A maioria da população tem guetofobia/Anomalia sem vacinação./E o pior, a triste constatação:/Muitos irmãos patrocinam o vilão.../De várias formas oportunistas, sem perceber/Pelo alimento, fome, sede de poder/E o que menos querem ser e parecer.../Alguém que lembre, no visual, você.
A carne mais barata do mercado é a negra,
A carne mais marcada pelo Estado é a negra
A carne mais barata do mercado é a negra,
A carne mais marcada pelo Estado é a negra
Os tiros ouvidos aqui vêm de todos os lados/Mas não se pode seguir aqui agachado/É por instinto que levanto o sangue Banto-Nagô.../E em meio ao bombardeio/Reconheço quem sou, e vou.../Mesmo ferido, ao fronte, ao combate/E em meio a fumaça, sigo sem nenhum disfarce/Pois minha face delata ao mundo o que quero:/Voltar para casa, viver meus dias sem terno/Eterno! É o tempo atual, na moral/No mural vedem uma democracia racial/E os pretos, os negros, afro-descendentes.../Passaram a ser obedientes, afro-convenientes./Nos jornais, entrevistas nas revistas/Alguns de nós, quando expõem seus pontos de vista/Tentam ser pacíficos, cordiais, amorosos/E eu penso como os dias tem sido dolorosos/E rancorosos, maldosos muitos são, Quando falamos numa miníma reparação:/- Ações afirmativas, inclusão, cotas?!/- O opressor ameaça recalçar as botas.../Nos mergulharam numa grande confusão/Racismo não existe e sim uma social exclusão/Mas sei fazer bem a diferenciação/Sofro pela cor, o patrão e o padrão/E a miscigenação, tema polêmico no gueto/Relação do branco, do índio com preto/Fator que atrasou ainda mais a auto-estima:/-Tem cabelo liso, mas olha o nariz da menina/O espelho na favela após a novela é o divã/Onde o parceiro sonha em ser galã/Onde a garota viaja.../Quer ser atriz em vez de meretriz/Onde a lágrima corre como num chafariz/Quem diz! Que este povo foi um dia unido/E que um plano o trouxe para um lugar desconhecido/Hoje amado (Ah! muito amado..), são mais de quinhentos anos/Criamos nossos laços, reescrevemos sonhos/Mãe! Sou fruto do seu sangue, das suas entranhas/O sistema me marcou, mas não me arrebanha/O predador errou quando pensou que o amor estanca/Amo e sou amado no exílio por uma mãe branca.
A carne mais barata do mercado é a negra,
A carne mais marcada pelo Estado é a negra
A carne mais barata do mercado é a negra,
A carne mais marcada pelo Estado é a negra.
Filtro: ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA, ESCRAVIDÃO NO BRASIL, MÚSICA, RACISMO, RAP, VÍDEOS
terça-feira, 11 de maio de 2010
O MORRO É DO POVO!
Venda da FASE entra em regime de Urgência
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Paulo Freire, Presente!
"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes."
1º de Maio é o Dia dos Trabalhadores!
