Novo vídeo sobre os escrachos realizados ontem pelo Levante Popular da Juventude.
terça-feira, 15 de maio de 2012
SE NÃO HÁ JUSTIÇA, HÁ ESCRACHO!
LEVANTE CONTRA A TORTURA!
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LEVANTE MOBILIZA 11 ESTADOS CONTRA TORTURADORES
Nesta segunda-feira (14), o Levante Popular da Juventude promoveu mais uma série de esculachos contra torturadores e agentes da repressão da ditadura militar por diversos estados do Brasil.
Os atos se basearam na denuncia de ex-agentes que participaram direta ou indiretamente de ações de tortura na época e em frente a prédios que serviam para tais fins, como o Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (Doi/Codi). Foram realizadas 12 mobilizações organizadas nacionalmente em 11 estados: PE, PA, BA, CE, SE, PB, RN, SP, MG, RJ, RS. Oito agentes foram denunciados publicamente por meio dos esculachos, ao apontarem suas participações nos processos de tortura durante a ditadura.
Os atos se basearam na denuncia de ex-agentes que participaram direta ou indiretamente de ações de tortura na época e em frente a prédios que serviam para tais fins, como o Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (Doi/Codi). Foram realizadas 12 mobilizações organizadas nacionalmente em 11 estados: PE, PA, BA, CE, SE, PB, RN, SP, MG, RJ, RS. Oito agentes foram denunciados publicamente por meio dos esculachos, ao apontarem suas participações nos processos de tortura durante a ditadura.
Confira a reportagem feita pela TV Record sobre os escrachos de ontem
Os manifestantes apoiam a instalação da Comissão da Verdade, cobram a localização e identificação dos restos mortais de desaparecidos políticos e exigem que os torturadores sejam julgados e punidos.
Além disso, os jovens condenam a movimentação dos setores conservadores dentro e fora das Forças Armadas, que não aceitam a democracia e não admitem a memória, a verdade e a justiça, desrespeitando a autoridade da presidenta Dilma Rousseff e ministros de Estado, como no manifesto “Alerta à nação”.
Desta forma, a juventude organizada pelo Levante sai às ruas para denunciar a impunidade de torturadores e criminosos da ditadura com o objetivo de sensibilizar a sociedade e garantir que a Comissão tenha liberdade para fazer o seu trabalho e alcance seus objetivos.
Leia como foram as ações em todo o Brasil no sítio do Levante
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
LEVANTE CONTRA A TORTURA
Nova rodada de escrachos levanta o Brasil contra os torturadores.
Em Porto Alegre o Levante participou do ato que identificou a primeira sede do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), conhecido como "dopinho".
No interior do estado também foram feitas ações. Em São Borja e em Santa Maria foram realizadas ações de agitação e propaganda exigindo a identificação e punição dos torturadores.
Confira mais notícias dos escrachos pelo país no site nacional do Levante.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
TORTURADORES: VOCÊS NÃO FORAM ABSOLVIDOS!
Confira o vídeo dos atos contra os torturadores pelo Brasil afora.
#LevantePelaVerdade
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quarta-feira, 7 de março de 2012
VIVA A LUTA DAS MULHERES!
Ontem, cerca de seiscentas integrantes da Via Campesina, MTD e Levante Popular da Juventude liberaram as cancelas de um pedágio na rodovia BR 290.
Em Porto Alegre, já com um número maior de participantes, ocuparam o prédio do Ministério da Fazenda, debateram e fizeram um ato em frente ao Palácio da Justiça. Neste vídeo, do Coletivo Catarse, dizem o por que das ações.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Por que se faz necessária a luta pela educação?
Historicamente a educação no Brasil é um assunto de segundo plano. A não ser em pomposas campanhas eleitorais, quando a sede por votos coloca em evidência temas de interesse da questão nacional, a educação é exaltada e surge como o primeiro compromisso de todos os candidatos. Mas, basta passar o período eleitoral para esse tema ser esquecido para ser retomado só depois de quatro anos.
O Brasil foi o último país na América Latina a ter uma universidade. Somente na década de 1930 a elite paulista decidiu criar a Universidade de São Paulo numa competição clara com o governo federal, que na época pretendia estabelecer uma universidade nacional no Rio de Janeiro, a Universidade do Brasil. Ou seja, a criação da primeira universidade no Brasil não se deu pelas demandas de produção de conhecimento ou por melhorias na qualidade de vida da população, se deu por mora disputa política entre as elites de São Paulo e Rio de Janeiro.
De lá pra cá muito pouca coisa mudou. Universidades novas foram criadas, porém o acesso a elas continua sendo restrito a alguns poucos, majoritariamente àqueles que pertencem às classes mais altas da sociedade. À imensa massa do povo brasileiro restam as escolas públicas sucateadas, que não incentivam o aluno a estudar e nem ao professor ensinar.
O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo e essa desigualdade é mantida e reproduzida por essa lógica que relega à educação um papel secundário no desenvolvimento econômico e social do país. A burguesia, os patrões precisam de mão-de-obra barata para manterem suas altas taxas de lucro e seu alto padrão de vida, portanto precisam de trabalhadores com formação técnica suficiente apenas para desempenhar suas funções subalternas no mercado de trabalho. Peão bom não é o que pensa, é o que trabalha!
A juventude é a que mais sofre com essa lógica de “secundarização” da educação, pois é ela quem sente diariamente os efeitos de um ensino que mal forma para o mercado de trabalho, muito menos que ajuda a emancipar a pessoa, a pensar e buscar soluções para os problemas da realidade. Um adolescente que se forma hoje no ensino médio público se depara com um dilema: encontrar um emprego em um mercado de trabalho cada vez mais exigente ou disputar uma das poucas vagas no ensino superior público com pessoas que tiveram uma formação de muito melhor qualidade em escolas privadas.Se mesmo assim um estudante de escola pública consegue ingressar na universidade, a permanência deste na graduação se torna uma luta cotidiana, pois a universidade pública não está preparada para estudantes de baixa renda. A universidade pública continua exigindo de seus alunos que obtenham materiais caros para utilizarem em seus cursos, afinal a estrutura disponível dentro da universidade não é suficiente para todos que estudam nela. Basta entrar em uma biblioteca e ver quantos exemplares de um livro estão disponíveis para os estudantes.
Os programas de assistência estudantil são mínimos e, na maioria das vezes, exigem que o estudante trabalhe em funções alheias às áreas que ele estuda em seu curso, e tudo isso com uma bolsa-auxílio que mal dá para sobreviver por um mês.
Essa é a cara da educação no Brasil. Séculos atrasada em relação aos nossos vizinhos latino americanos, restrita a uma pequena elite que pode formar seus filhos nas melhores escolas privadas e um ensino público que forma (quando forma) mão de-obra barata para a reprodução do sistema desigual em que vivemos.
Precisamos quebrar com essa lógica. Precisamos de um ensino que nos forme para a vida, que nos dê a capacidade de refletir o mundo em que vivemos, que nos dê a capacidade de propor soluções para os problemas que enfrentamos diariamente.
Para essa educação que liberte dizemos que é necessário o investimento de 10% do PIB, exclusivos para a educação. É preciso investir no profissional da educação, garantindo a eles as condições de uma formação continuada, salário digno através do piso nacional dos professores, infraestrutura adequada para que possam desenvolver suas capacidades didáticas. É preciso lutar pela manutenção e ampliação das cotas raciais e para estudantes de escolas públicas nas universidades públicas. Queremos que 50% das vagas sejam destinadas a esses estudantes. Só assim quebraremos com a lógica elitista da produção de conhecimento da academia brasileira.
É um verdadeiro crime que mais de 24 mil escolas tenham sido fechadas no campo desde 2002. Em resposta a isso exigimos que mais institutos técnicos, voltados para a realidade do campo, sejam criados no meio rural brasileiro.
Essas pautas, em educação, são as mínimas para um país que se propõe a erradicar a miséria. Por elas estamos nos organizando em todo o estado e por elas estaremos na rua, exigindo respostas concretas dos governos. Somos jovens do campo e da cidade. Jovens pobres, de escola pública, camponeses, jovens trabalhadores, estudantes, organizados para construir um Projeto Popular.
Educação decente é o que a gente quer, não só andar de tênis nike no pé!
Pátria Livre! Venceremos!
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
A LUTA DE CLASSES EXISTE SIM!
Uma das principais armas da burguesia para enfrentar a classe trabalhadora é a fórmula de criminalização das lutas sociais, sejam estas lutas pela terra, moradia, saúde, educação etc. Por exemplo, através da mídia golpista, que leva ao ar e aos jornais apenas matérias que interessam diretamente aos seus patrocinadores, a opinião pública pode ser facilmente manipulada de forma que uma manifestação por melhores condições no transporte público seja vista como ato de vandalismo de uma pequena parcela da população que insiste em não aceitar 'as coisas como elas são'.
Além da mídia golpista, outro importante instrumento de combate da burguesia é o Estado de direito. O conjunto de leis do Estado, além de garantir a exploração do povo, funciona também como mecanismo de repressão contra aqueles que ousam levantar-se contra as injustiças cometidas pela classe burguesa.
LUTAR É DIREITO, NÃO É CRIME!
Um exemplo claro disso está acontecendo na cidade de João Pessoa, capital da Paraíba. O estudante Enver José Lopes Cabral está sendo processado por participar das manifestações públicas que reivindicavam melhorias no transporte público da cidade. No processo, ele é injustamente acusado de “tentativa de homicídio por arremessar um artefato em um ônibus com efeitos análogos ao engenho de uma dinamite”. E o pior é que o Minstério Público, ao invés de apurar as irregularidades e abusos existentes no sistema público de transporte, é quem está servindo de marionte dos empresários (a classe burguesa de que falamos um pouco antes) e processando o estudante.
Lutar por seus direitos não é crime! Assine a petição pública contra a criminalização das lutas do povo. Denuncie mais esta tentativa covarde de intimidar e calar a população.
SE O PRESENTE É DE LUTA, O AMANHÃ SERÁ NOSSO!
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terça-feira, 15 de junho de 2010
NÃO À VENDA DO MORRO SANTA TEREZA!
Os deputados vão tentar, mais uma vez, vender o terreno da FASE e destruir a vida de 20 mil pessoas que moram lá. Mas o Povo não vai deixar!!
12h em frente à Assembléia Legislativa é pressão nos deputados!
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
JUVENTUDE EM LUTA DEFENDENDO A VIDA
Neste dia 8 de Junho, 400 jovens de diferentes comunidades, do campo e da cidade ousaram sair às ruas e lutar por um direito elementar que nos foi seqüestrado. Ousaram lutar pelo direito ao Futuro. Direito este ameaçado pela crise ambiental que se aproxima e que coloca em cheque a sobrevivência da humanidade. Ousaram lutar por um mundo que seja fonte de vida para homens, mulheres e para a natureza e não apenas fonte de lucro para as grandes empresas.
A concentração da marcha foi feita às 8h30 na Usina do Gasômetro. O local, em frente ao Rio Guaíba, foi escolhido por ser um símbolo da poluição e da capacidade destrutiva deste modelo de sociedade irracional, que contamina a própria água que consome. Antes do início da marcha, os jovens assistiram à apresentação teatral Lágrimas da Aracruz, encenada pelo grupo Levanta Favela.
A caminhada tomou conta da Avenida Loureiro da Silva com muita animação, rumando em direção à Secretaria de Educação, onde os alunos das escolas presentes levaram uma carta de reivindicações à secretaria.
Subindo a Borges, a marcha dos jovens protagonizou a teatralização de um conflito entre dois blocos. O Bloco da Morte formado por caveiras simbolizando o destino da humanidade caso ela continue a serviço das grandes empresas. E o Bloco da Vida representado pela Juventude organizada na Banda Loka do Levante.
dos moradores do Morro Santa Teresa, que lutam pelo direito de permanecer morando no Morro. A pressão popular era para a retirada do projeto prevê a venda de 74 hectares do Morro, e que terá como conseqüência o despejo de 20 mil moradores, e destruição da área de uma área de preservação ambiental. O projeto que iria a votação foi adiado para esta quarta-feira.No fim da manhã, diante da Assembléia Legislativa, foi instaurada uma Assembléia Popular, em que o povo condenou os projetos defendidos pelo Governo do Estado.
Este dia 8 de Junho foi um marco da Assembléia Popular da Juventude, espaço que articula as juventudes dos Movimentos Sociais do Campo e da Cidade. O dia 8 de Junho foi antes de tudo, um marco inicial para a construção de uma alternativa de sociedade justa, igualitária e sustentável.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
JUVENTUDE EM DEFESA DA VIDA!
O Luxo dos Ricos ameaça o nosso Futuro!
Nesta terça-feira a Juventude bota seu bloco na rua para denunciar o modelo de sociedade que destrói a natureza e empurra cada vez mais pessoas para a miséria.
A humanidade e a natureza não podem ficar a serviço das grandes empresas!
Concentração no Gasômetro às 8h com muita animação e música da Banda Loka do Levante.
Assembléia Popular da Juventude
Construindo um Projeto Popular para o Brasil!
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Construindo um Projeto Popular para o Brasil!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
O leilão de Porto Alegre
Intervenção teatral no Dia da Biodiversidade, produzida pela Comunidade Autônoma Utopia e Luta e com filmagens do Coletivo Catarse.
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