domingo, 28 de outubro de 2012
PROJETO POPULAR PARA A EDUCAÇÃO!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
MARCHA PELA EDUCAÇÃO EM SANTA MARIA
A pauta de reivindicações girava em torno de cinco pontos que unificam as categorias e movimentos presentes, são elas: 10% do PIB para a Educação Pública; acesso e permanência para todos os brasileiros, em todos os níveis da educação pública; Valorização dos trabalhadores em educação; educação como um direito, não como mercadoria: contra as privatizações; educação voltada para as necessidades do povo e não para o mercado.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Por que se faz necessária a luta pela educação?
A juventude é a que mais sofre com essa lógica de “secundarização” da educação, pois é ela quem sente diariamente os efeitos de um ensino que mal forma para o mercado de trabalho, muito menos que ajuda a emancipar a pessoa, a pensar e buscar soluções para os problemas da realidade. Um adolescente que se forma hoje no ensino médio público se depara com um dilema: encontrar um emprego em um mercado de trabalho cada vez mais exigente ou disputar uma das poucas vagas no ensino superior público com pessoas que tiveram uma formação de muito melhor qualidade em escolas privadas.segunda-feira, 28 de novembro de 2011
EDUCAÇÃO DECENTE É O QUE A GENTE QUER!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Educadores lançam manifesto contra o fechamento de escolas no meio rural
terça-feira, 9 de agosto de 2011
100 MIL PESSOAS NAS RUAS DE SANTIAGO NO CHILE
Esses mais de dois meses de protestos demonstram que o modelo educacional privado implementado pelas políticas neoliberias durante a ditadura militar chilena está com os dias contados. Apesar da repressão, a estudante diz que as mobilizações e protestos não diminuirão até que as necessidades sejam atendidas.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
DIGNIDADE: SÓ NO GRITO!
No entanto, os técnicos do governo ficaram apenas dois dias na obra e não voltaram mais. Desde então, nada mais foi feito. Os pais, juntamente com a direção, professores e alunos tiveram uma reunião no mesmo dia 23. A Secretaria de Educação (SEC) foi chamada, mas não compareceu. Diante desta indiferença, a comunidade, juntamente com a Associação de Moradores e o Levante, trancaram a Av. Cruzeiro, como forma de dar visibilidade ao problema.
Por fim, antes de nos questionarmos sobre quando a escola será reformada, há outra pergunta que deve ser feita: como uma escola que foi construída há menos de 10 anos tem a sua estrutura deteriorada a ponto de desabar?
Filtro: CAMPANHA S.O.S EDUCAÇÃO, ESCOLA MOTTA, PROTESTO, VÍDEOS, VILA CRUZEIRO
terça-feira, 30 de março de 2010
PELA REABERTURA DAS ESCOLAS ITINEREANTES!
Em uma manhã de segunda-feira, enquanto qualquer criança deveria estar freqüentando a escola, centenas de jovens sem-terra são privados desse direito pelo Estado. Deste modo, a única alternativa é a manifestação pública. Foi o que ocorreu nesta manhã em frente à Secretaria Estadual de Educação (SEC). Juntamente com a Banda Loka do Levante, as famílias exigiram a reabertura das escolas, fechadas em fevereiro do ano passado pelo governo estadual, a partir de um acordo assinado com o Ministério Público Estadual (MPE).
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
ESPECIAL EDUCAÇÃO
Qual a situação atual e os rumos para a educação no país?


Ouça e leia!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
PRIVATIZAÇÃO DO JULINHO!
Projeto Unibanco: O inicio de uma privatização
Educação não é Mercadoria!
Vamos nos movimentar e não deixar que o Julinho seja "alugado"
O Conselho Escolar do Julinho aprovou esse projeto?Você conhece alguém do Conselho Escolar?
No ano passado 25 escolas distribuídas em Porto Alegre e grande Porto Alegre (destas 11 só em Porto Alegre) foram selecionadas para participar de um projeto da secretaria de educação do Rio Grande do Sul em conjunto com o instituto Unibanco. O projeto chama-se Jovem de futuro, projeto este que oferece para cada escola selecionada o valor de R$100 por estudante regularmente matriculado, anualmente.E, além disso nós ja pagamos imposto pra termos uma educação, sendo que a secretaria de educação do estado tem esse compromisso.E o Unibanco recebe financiamento público para tal projeto.
Mas infelizmente o preço que pagaremos por este projeto do instituto Unibanco pode ser caro de mais para a educação pública...
| Acções do Projeto | Resultados
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| Controlar a evasão | Busca desenfreada pela assiduidade dos alunos sem pensar na estrutura pedagógica e econômica
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| Promover a participação professores e alunos - premiando-os em concursos, por assiduidade, ... | Cria no ambiente escolar o clima de competição e distinção entre as pessoas na comunidade escolar.
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| Oferecer custeio de projetos dos Grêmios estudantis | Movimento Estudantil engessado, pois torna a organização estudantil refém do dinheiro do banco
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| Somente 25 escolas receberão o projeto | Aumento da desigualdade entre as escolas públicas.
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| Melhorar o desempenho | Interferência no Calendário Letivo, com planos de metas que vão desmobilizar as lutas, e assim retirar a pressão que o Julinho sempre fez ao estado, e o estado assim retirar-se de sua obrigação Constitucional.Abrindo realmente o nosso Julinho a gestão de empreendedorismo assistencialista-neo-liberal. |
O Movimento Contra a Privatização do Julinho se reunirá em breve, e está aberto ao diálogo com outras escolas de uma forma democrática - o que não aconteceu quando o projeto foi aprovado no ano passado - levando este assunto à Comunidade Escolar e à população.
Além do fato de o Unibanco ser um banco!Um banco multinacional que explora seus bancários, e que esses trabalhadores bancários estão em greve... é só ir na agência do centro do Unibanco e ver o quanto o Unibanco preocupa-se com a questão social: "Estamos em Greve".
- Para quem não sabe, este projeto do UNIBANCO está atuando em 25 escolas. Consiste em oferecer oficinas profissionalizantes no turno inverso de estudo para alguns alunos selecionados. Esses alunos ganham 100 reais por mês além do curso. O projeto também determina metas para a escola onde está atuando, em termos de aprovação e outras. Este projeto é uma PPP.
- No início de 2008, o projeto foi apresentado às escolas de ensino médio e 50 delas se candidataram a participar, mas haveria um sorteio e apeas 25 seriam "contempladas". O CPERS-Sindicato chamou reunião com diretores de escola para discutir sobre o assunto. Porém, a reunião foi esvaziada. Corria em paralelo às (poucas) ações do sindicato um movimento, articulado por alguns diretores de escolas grandes e influentes (Instituto da Educação, Julinho, etc), que estava tentando tirar Mariza Abreu e fazer Fortunatti retornar ao cargo, e este movimento chegou a reagir fortemente contra as enturmações e fechamentos de bibliotecas, mas foi a favor do Projeto Unibanco.
- Essa grana que o Instituto UNIBANCO está prometendo injetar nas escolas é pública, e foi liberada para o banco já no início de 2008. Pergunta: por que o UNIBANCO só liberou essa grana agora, quase no fim do ano? Acho que não precisa responder, né...essa grana rendeu muito de março pra cá, e quem vai ficar com os rendimentos? As escolas é que não são...
- Das escolas que participaram do sorteio, 25 foram selecionadas. E o que o Leandro colocou é real: a equipe do UNIBANCO que coordena o projeto interfere em tudo na escola; participa de todas as reuniões pedagógicas, das reuniões do Conselho escolar, dá palpite no calendário, nos projetos dos professores, em tudo. Inclusive, constrange colegas que querem paralisar e/ou fazer projetos mais politizados com os alunos.
- As escolas tinham a opção de aderir ou não ao projeto. Pela nossa legislação, o Conselho Escolar é quem deveria decidir isso (é composto por pais, alunos, professores e funcionários). Porém, a SEC e o UNIBANCO centralizaram tudo na pessoa dos diretores/as, e a opção de assinar o termo de adesão ficou na mão dos direitores/as, passando por cima do papel dos Conselhos Escolares. Como na maioria das escolas os Conselhos Escolares são esvaziados e/ou da panelinha dos diretores, ninguém chiou.
- O PROJETO UNIBANCO não é a única PPP a entrar para as escolas no governo Yeda. Há também o "Projeto de alfabetização de crianças de 6 anos", gerenciado pelo Instituto Ayrton Senna, GEEMPA e Instituto Alfa e Beto , e ainda o "Projeto Acelera", gerenciado pelo Instituto Ayrton Senna. Eles captam grana pública com projetinhos, concorrem em licitações e administram projetos pedagógicos nas escolas. Com a grana, capacitam professores com suas teorias de qualidade total e aceleração, produzem material pedagógico, controlam as metas e objetivos, controlam a atuação dos professores, fazem lavagem cerebral nos mesmos, que ficam muito felizes por finalmente estarem ganhando alguma formação e algum material. São as OSCIPS em ação.
- O PROJETO UNIBANCO por enquanto é o mais agressivo, porque realmente entrou nas escolas com tudo: com equipe onipresente e com simbologia pesada: tratam de espalhar faixas e símbolos do banco pela escola inteira. E ai do professor ou aluno participante das oficinas resolverem paralisar...
- O sindicato está realmente calado e não conseguiu provocar a discussão em relação a esses projetos. Resta às escolas isoladamente tentarem resistir. Aí está a lista das escolas participantes: Escolas que receberão apoio técnico e financeiro e as que serão apenas monitoradas pelo projeto:
Grupo de Tratamento (que receberam a grana e as oficinas):
CE. Julio de Castilhos (Porto Alegre)
CE. Formação de Prof. General Flores da Cunha (Porto Alegre)
IE Dom Diogo de Souza (Porto Alegre)
IEE Paulo da Gama (Porto Alegre)
CE. Dom João Becker (Porto Alegre)
CE. Florinda Tubino Sampaio (Porto Alegre)
EEEM Santos Dumont (Porto Alegre)
EEEM Santa Rosa (Porto Alegre)
IE Professora Gema Angelina Belia (Porto Alegre)
CE. Ruben Berta (Porto Alegre)
CE. Prof. Elmano Lauffer Leal (Porto Alegre)
CE. Marechal Rondon (Canoas)
EEEM Guarani (Canoas)
EEEB Prof. Gentil Viegas Cardoso (Alvorada)
CE. Antonio de Castro Alves (Alvorada)
EEEB Julio Cesar Ribeiro de Souza (Alvorada)
EEEM Sen Salgado Filho (Alvorada)
CE. Barbosa Rodrigues (Gravataí)
EEEM. Carlos Bina (Gravataí)
EEEM Tuiti (Gravataí)
CE. Antonio Gomes Correa (Gravataí)
EEEM Açorianos (Viamão)
CE. Alcebiades Azeredo dos Santos (Viamão)
EEEM Ayrton Senna da Silva (Viamão)
EEEM Vale Verde (Alvorada)
Grupo de Controle (que o Projeto UNIBANCO está acompanhando, mas sem oficinas e grana ainda, pq não foram sorteadas):
CE. Inácio Montanha (Porto Alegre)
EEEB Almirante Bacelar (Porto Alegre)
Instituto Est. Rio Branco (Porto Alegre)
EEEM José do Patrocínio (Porto Alegre)
CE. Candido José de Godoi (Porto Alegre)
ETE Irmão Pedro (Porto Alegre)
CE. Piratini (Porto Alegre)
CE. Elpídio Ferreira Paes (Porto Alegre)
CE. Presidente Arthur da Costa e Silva (Porto Alegre)
CE. Coronel Afonso Emílio Massot (Porto Alegre)
EEEM Infante Dom Henrique (Porto Alegre)
EEEM Affonso Chalier (Canoas)
EEEM São Francisco de Assis (Canoas)
EEEM Nossa Senhora Aparecida (Alvorada)
CE. Érico Veríssimo (Alvorada)
EEEM Campos Verdes (Alvorada)
IE Nossa Senhora do Carmo (Alvorada)
EEEM Morada do Vale I (Gravataí)
EEEM Dr. Luiz Bastos do Prado (Gravataí)
EEEM Adelaide Pinto de Lima Linck (Gravataí)
EEEM José Mauricio (Gravataí)
IEE Isabel de Espanha (Viamão)
EEEM Governador Walter Jobim (Viamão)
EEEM Orieta (Viamão)
EEEM Érico Veríssimo (Canoas) - ||| LEIA TUDO AQUI! ||| -
terça-feira, 30 de setembro de 2008
SEMINÁRIO COM AÇÃO DIRETA NA UFRGS

Nesta terça-feira, o Levante Popular da Juventude e o Coletivo Muralha Rubro Negra realizaram o seminário Pra que(m) serve o teu conhecimento? na sala Pantheon do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Campus do Vale, em Porto Alegre. O evento iniciou às 14h e teve a participação de José Carlos Gomes dos Anjos, representante do Movimento Negro; Raquel Monteiro, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); Leonardo Leitão, dos cursinhos populares e Vera Poty, professor de Guarani.O objetivo do seminário era debater a finalidade do conhecimento acadêmico produzido nas universidades públicas, a partir de pontos de vista marginais a este espaço. Deste modo, Raquel Monteiro abordou as alternativas ao atual modelo de educação, com base nas experiências pedagógicas do Movimento Sem-Terra. Leonardo Leitão defendeu a idéia de que o conhecimento oriundo das universidades públicas é uma produção coletiva em todos os sentidos, e que deste modo deve necessariamente retornar aos segmentos marginalizados da sociedade, em contraposição ao contexto atual de apropriação privada deste saber. Vera Poty falou sobre a necessidade de dominar o conhecimento do branco como forma de “defesa” do seu povo. Por fim José Carlos dos Anjos argumentou que mais importante do que “levar” o conhecimento científico aos “outros”, é preciso fazer com que estes conhecimentos “outros” “implodam” o atual modelo de universidade.
Durante as intervenções foi apresentada uma proposta de continuidade deste questionamento ao caráter da universidade através da formação de frentes de organização que se mobilizarão em torno de bandeiras específicas, tais como a construção de estágios de vivências nos movimentos sociais, o suporte aos cursinhos populares, as ações afirmativas na graduação e na pós e a defesa da educação básica.Ao término do seminário, os participantes foram convidados a fazer uma ação direta repintando o mural do prédio de letras que tinha sido alvo de sabotagem semanas atrás. Quase todos os participantes, incluindo os palestrantes participaram do ato de repintura do mural.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
OFICINAS DE GRAFITE NA ILHA DAS FLORES!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
GOVERNO YEDA MANDA AGREDIR EDUCADORES COM TROPA DE CHOQUE E CAVALOS!
Cerca de mil educadores reuniram-se em frente ao Palácio Piratini desde as primeiras horas da manhã para cobrar uma audiência para negociar a liberação de 42 diretores de núcleos, eleitos democraticamente pela categoria em 25 de junho, e de quatro integrantes da direção central do sindicato.Por volta das 8h, os manifestantes se posicionaram em frente à entrada principal do prédio para entregara uma correspondência solicitando audiência com a governadora. A tropa de choque foi acionada para forçar a retirada dos manifestantes.
Coordenados pelo comandante-geral da Polícia Militar, Paulo Roberto Mendes, homens da tropa de choque, da cavalaria e do batalhão de operações especiais, somados a outros soldados, agrediram desnecessariamente os manifestantes.
Na eminência do conflito, Mendes chegou a declarar que um parlamentar presente à manifestação "sentiu o torniquete apertar" quando foi feita uma negociação que possibilitaria a retirada dos educadores da frente do Palácio mediante o recebimento de uma comissão pelo Palácio.
Depois de firmado, o acordo foi rompido pelo Piratini. E a Polícia Militar com seus cavalos, escudos e cacetetes, atendendo ordens de Mendes, avançou sobre os educadores de forma violenta e desnecessária, pois os educadores já retiravam do local.
A ação coordenada por Mendes é um retrato do Governo Yeda, que sem apoio popular ataca trabalhadores.
A repressão não irá calar os trabalhadores em educação que lutam pela manutenção de direitos, pela educação pública de qualidade e pela liberdade de manifestação num estado que retrocedeu anos no quesito democracia.
Após o rompimento do acordo, dirigentes do sindicato se dirigiram até a Assembléia Legislativa. Foram recebidos pelo presidente do Legislativo, Alceu Moreira (PMDB). O parlamentar informou que o tema seria colocado na reunião do colégio de líderes no início da tarde.
No final da manhã a direção da entidade recebeu o ofício do governo informando que os educadores serão recebidos na tarde de quinta-feira pelos secretários Erik Camarano, da Secretaria Geral de Governo, e Mariza Abreu, da Educação. A audiência será na Secretaria da Educação, em Porto Alegre, das 17h às 18h.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
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