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LEVANTE | Levante Popular da Juventude
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Somos um grupo de jovens que não baixam a cabeça para as injustiças e desigualdades. Entendemos que só com o povo unido, metendo a mão junto, é possível construir o novo mundo com que sonhamos.

O Levante atua junto aos movimentos da Via Campesina e movimentos urbanos como o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), com a intenção de construir a organização popular em comunidades, vilas, escolas, assentamentos e acampamentos do Rio Grande do Sul.


A POESIA QUE ALIMENTA NOSSA LUTA


Cristina Nascimento

Vivemos numa mentira contada e repassada por nós mesmos
Pelos nossos pais, avós, de geração em geração, até chegar aos nossos filhos.
O que seria a verdadeira história do nosso querido Brasil.
Quem descobriu o Brasil? O branco, o negro ou o índio.
Até quando vamos aceitar os fatos históricos que nos contam
O que seria a verdade para um Brasil tão rico e tão pobre ao mesmo tempo
Deixamos que eles se apropriem de nossas almas e nossa indignação
Do que valeu a morte de tantos negros e índios se já não lutamos mais...
Sendo assim questionaremos a história contada e iremos atrás da verdadeira
Não vamos mais deixar eles se apropriarem de nossas vidas. Estudaremos!
Pensaremos com calma e a nossa maior motivação será mudar este futuro
Onde crianças passam fome, onde não se tem uma visão de uma vida melhor.
Até quando iremos aguentar viver só para comprar comida e se acomodar desta maneira
Somos nós que sofremos na pele o racismo, a exclusão, a exploração.
Então a história tem que ser contada de forma correta, pois cansamos do sistema falar por nós
Por que estamos lutando e o nosso povo irá se libertar.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

OCUPAÇÃO EM WALL STREET

Publicamos aqui alguns dias atrás a informação de que desde o dia 17 de setembro, centenas de pessoas ocupavam uma praça no coração do capitalismo mundial, Wall Street. Pois a ocupação continua, como também continua o silêncio da mídia mundial sobre o assunto. 
Mas esse silêncio é quebrado por aqueles que não selecionam o que deve ser publicado segundo seus interesses econômicos e políticos. Por aqueles que tem o compromisso em relatar a verdade dos fatos.

Assista ao vídeo da TeleSur sobre o ocupação de Wall Street

Sobre a ocupação
Diariamente, ocorrem assembléias, debates e atividades culturais. Artistas famosos, como o diretor de cinema Michael Moore e a atriz Susan Sarandon, já estiveram no local prestando solidariedade aos manifestantes. Várias lideranças políticas, religiosas e dos movimentos sociais também se revezam no local para dar apoio ao protesto, formado principalmente por jovens.
Apesar do significado do protesto, o prefeito de Nova York, o “republicano” Michael Bloomberg, oitavo homem mais rico dos EUA, esbanja truculência. “Não queremos esse tipo de distúrbio aqui”, disse na semana passada. No sábado (24), acatando as suas ordens, a polícia investiu com violência contra os acampados, prendendo mais de 80 jovens e ferindo várias pessoas.
Além da energia dos manifestantes e da truculência da polícia, chama atenção a atitude covarde da mídia. Como denuncia Amy Goodman, a maior parte da imprensa estadunidense simplesmente omite o protesto. “Se 2 mil ativistas do grupo conservador Tea Party se manifestassem em Wall Street, provavelmente haveria a mesma quantidade de jornalistas cobrindo o acontecimento”. No Brasil, a atitude da mídia é a mesma, saíram apenas algumas notinhas escondidas em alguns dos jornalões nacionais.
com informações do Blog do Miro

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

RAZÕES PARA ACREDITAR?

clique na imagem para ampliar.

O novo comercial da Coca-cola para comemorar seus 125 anos de existência já foi alvo de crítica em uma postagem deste blog. Porém não fomos os únicos. Desde o lançamento do comercial, respostas críticas a ele tem surgido na internet. Apresentamos duas delas!

Assista ao vídeo em resposta ao comercial da Coca-Cola

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

RAZÕES PARA DESACREDITAR

Coca-cola lança campanha recheada de otimismo (e mentiras).

Mais uma da gigante da indústria de bebidas: além de tentar vender felicidade através de seu xarope gasoso, agora a Coca tenta nos convencer que produzir ursos de pelúcia, reciclar latas e tomar coca melhoram o mundo.
Existem razões para acreditar que os bons podem ser maioria? Claro! É por isso que este blog existe e que lutamos por um Projeto Popular para o povo. Só que para a Coca, o que é  ser “bom” e os argumentos para ser otimista em relação ao mundo são ridículos e enganosos:



Nessa campanha comemorativa dos seus 125 anos de existência, a Coca mostra dados baseados “Em um estudo sobre o mundo atual” (Que estudo? Quem o realizou? Ninguém sabe!), com argumentos para sermos otimistas: 

Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, 100 casais planejam ter filhos
Para cada corrupto, 8 mil doadores de sangue
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio recicladas no Brasil
Para cada tanque de guerra, 131 mil bichos de pelúcia
Na internet, amor tem mais resultados do que medo
Para cada arma vendida no mundo, 20 mil pessoas compartilham uma coca-cola.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.

Segundo a campanha, podemos solucionar a corrupção com doações de sangue, terminar com a guerra produzindo ursos de pelúcia e enfraquecer a indústria mortífera dos armamentos... tomando Coca-cola!
Trazida por soldados norte-americanos ao Brasil por volta de 1940, a Coca vem desde então influenciando a cultura e colocando seus valores na mesa do brasileiro. Além de ter inventado a imagem do Papai-Noel como hoje a conhecemos, suas 17 marcas de refrigerantes, sucos e outras bebidas controlam 56% do mercado. A marca da empresa é a mais valiosa do mundo: custa 70,4 bilhões de dólares.
Esta campanha é um absurdo entre tantos outros que a propaganda, através de suas mensagens simbólicas e argumentos persuasivos, nos apresenta todos os dias. Se existem razões para acreditar, é porque o povo se organiza e luta pela diminuição da desigualdade e garantia de seus direitos. E disso a Coca-Cola entende pouco, por mais que tente nos fazer acreditar no contrário. 

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domingo, 22 de novembro de 2009

Contra o monopólio dos meios, documentário incita: “Levante sua voz”

Incentivar o debate sobre o direito à comunicação no país, partindo da denúncia sobre a concentração da mídia. Esse é o objetivo do vídeo "Levante Sua Voz", realizado pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung.

De forma didática, o vídeo desmistifica o conceito de liberdade de expressão no Brasil, revelando que apenas 11 famílias controlam praticamente todas as concessões públicas para emissoras de rádio e televisão. Ao mesmo tempo, revela-se a perseguição às tentativas de furar esse bloqueio midiático, como é o caso das rádios comunitárias que, nos últimos anos, foram fechadas em número recorde.

Para o militante do Intervozes e responsável pelo roteiro, direção e edição de "Levante Sua Voz", Pedro Ekman, "o vídeo é uma tentativa de levar um tema com toda a sua profundidade e importância por meio de uma linguagem mais acessível a um público não acostumado aos textos geralmente complexos".

Em entrevista ao Brasil de Fato, Ekman comenta a produção do vídeo, os desafios para construir uma comunicação mais democrática e as expectativas para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília.
Leia a entrevista aqui


Como surgiu a iniciativa de realizar esse vídeo?
Pedro Ekman: O Intervozes, estudando novas formas de se travar o debate sobre o direito à comunicação, entendeu que uma produção áudio visual cumpriria o papel de ampliar esse tema para um público menos especializado do que o que é atingido pelos textos, livros e estudos disponibilizados pela entidade. O vídeo é uma tentativa de levar um tema com toda a sua profundidade e importância por meio de uma linguagem mais acessível a um público não acostumado aos textos geralmente complexos.
Como se deu a produção?

Inicialmente é importante lembar que tivemos o suporte de muitos parceiros do movimento social que ajudaram com infraestrutura técnica sem os quais essa produção seria impossível. Como contávamos com pouco dinheiro, tínhamos que pensar um roteiro capaz de descrever a dramática situação da comunicação no Brasil em sua complexidade sem que fosse preciso uma produção dispendiosa. Optamos por um formato inspirado no curta "Ilha das Flores", de Jorge Furtado. Esse formato conta de uma forma bem humorada a dura situação da desigualdade social brasileira. A estrutura se resume a uma narrativa em off e uma sucessão de imagens que se repetem. A locução em off facilita tecnicamente as gravações nas locações e acaba barateando o processo; por outro lado, a televisão brasileira nos fornece um rico material dos contraexemplos de uma comunicação razoável. Assim, entendemos que o formato do "Ilha das Flores" resolvia a equação "baixo orçamento x conteúdo extenso".
Como está sendo a divulgação e a recepção desse material?
O vídeo foi lançado na internet pelo portal do Observatório do Direito à Comunicação e pode ser visto no YouTube também. Em breve o Intervozes disponibilizará o arquivo para ser baixado em sua página institucional. Importante lembrar que os direitos sobre a obra estão em Criative Commons, possibilitando sua livre reprodução, manipulação e distribuição em atividades não comerciais. Estamos tentando viabilizar cópias em DVD para distribuir para os movimentos sociais parceiros na luta pela democratização da comunicação. A recepção do vídeo tem sido muito boa, em menos de uma semana mais de 1000 internautas assistiram ao vídeo e os comentários registrados no site do Observatório têm sido muito positivos.
Na sua avaliação, quais os desafios para conscientizar a população sobre a existência desses oligopólios de mídia?
O maior desafio talvez seja justamente encontrar meios para furar a muralha de informação que o próprio oligopólio levantou ao seu redor para impedir qualquer crítica ao seu funcionamento. Para isso, acredito que temos que multiplicar os instrumentos de fala contra-hegemônica e encontrar linguagens que dialoguem com o maior número de pessoas possível. Não vamos conseguir vencer um oligopólio que tem inúmeros veículos e que trabalha numa linguagem popular com poucos veículos que insistam em uma linguagem hermética. A multiplicação de meios de comunicação contra hegemônicos não é uma coisa simples por todos os motivos que o vídeo descreve, mas a opção por uma linguagem menos hermética é algo que podemos fazer e é algo que ainda encontra muita resistência, mesmo na esquerda brasileira. Eduardo Galeano escreve sobre isso de forma memorável. Ele diz: "A linguagem hermética nem sempre é o preço inevitável da profundidade". Em alguns casos pode estar simplesmente escondendo uma incapacidade de comunicação, elevando-a à categoria de virtude intelectual. Suspeito que o fastio serve, dessa forma, para bendizer a ordem estabelecida: confirma que o conhecimento é um privilégio das elites. Algo parecido costuma ocorrer, diga-se de passagem, com certa literatura militante dirigida a um público conivente. Parece-me conformista, apesar de toda a sua possível retórica revolucionária, uma linguagem que repete mecanicamente, para os mesmos ouvidos, as mesmas frases pré-fabricadas, os mesmos adjetivos, as mesmas fórmulas declamatórias. Talvez essa literatura de paróquia esteja tão longe da revolução como a pornografia está longe do erotismo."
O vídeo fala muito sobre os meios tradicionais de comunicação e sua influência sobre o imaginário coletivo. Você acredita que as novas ferramentas de comunicação, possibilitadas sobretudo pela internet, podem reverter um pouco desse quadro?

Optamos por nos ater aos veículos que ainda atingem as massas de forma mais concreta, como o rádio e a TV, pois eles, junto com os meios impressos, são o retrato da história de concentração da comunicação no Brasil. Mas sem dúvida a internet em um cenário de convergência tecnológica vai mexer com toda a estrutura do quadro. Principalmente no que diz respeito à oferta de canais para a veiculação de conteúdo, que são extremamente concentrados no rádio e na TV e na internet tendem ao infinito. Contudo, hoje o acesso à banda larga é muito restrito no Brasil. Sem a universalização do acesso de forma gratuita, a internet nunca se tornará a TV.
Qual sua expectativa para a Conferência Nacional de Comunicação? De que forma ela pode ajudar a construir uma comunicação mais democrática?

A Conferência possibilita, pela primeira vez, um debate público que nunca foi feito no Brasil. A comunicação é um tema historicamente inexistente para a sociedade brasileira, sendo percebida como algo natural e imutável. Mesmo os movimentos sociais mais combativos não têm a comunicação como uma de suas pautas centrais e a Conferência joga luz sobre esse assunto.
Por outro lado é uma pena que o processo esteja tão prejudicado pelas imposições feitas pelo oligopólio e incorporadas sem qualquer resistência pelo governo. A super representação do setor empresarial e a necessidade de quorum qualificado para a aprovação de qualquer proposta distorcem o sentido de uma conferência, que existe justamente para permitir que a sociedade civil tenha alguma voz, já que durante todo o ano ela permanece alijada da arena onde se travam os debates sobre a comunicação, da qual participam Poder Público e os proprietários dos grandes veículos. Além disso, a proibição de eleição de delegados e de votação de propostas nas etapas municipais as esvazia, remetendo toda a disputa para a etapa nacional, o que contraria importante princípio de uma conferência, que é justamente ampliar o debate na sociedade. Um reflexo disso pode ser visto na Conferência Municipal na cidade de São Paulo que aconteceu neste final de semana. Apesar do importante debate realizado, empresários e poder público estiveram ausentes e a conversa circulou apenas entre a sociedade civil sem que o confronto necessário das idéias e dos interesses se desse na prática. Em todo caso, se o processo entorno da Confecom servir para esquentar a pauta e mobilizar o povo em torno desse tema, ela já terá cumprido um grande papel.
Por Patrícia Benvenuti do BrasildeFato


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Filtro: ENTREVISTAS, MÍDIA, MÍDIA ALTERNATIVA

domingo, 25 de outubro de 2009

O que é notícia e o que é política pro Jornaleco?

Nessa quinta o jornaleco apresentou mais uma das suas. Fantasiado de jornalismo o panfleto dos playboy agora procura fofoca no lugar de notícia. Mas olha só isso: “Por meio de seu microblog pessoal no Twitter, o governador de São Paulo, José Serra, disse ontem “estar cansado de ser questionado, no mundo real e no virtual, se será candidato à Presidência nas eleições de 2010.” É, realmente um comentário muito importante pra política brasileira!
Notícia e política, pra essa classe, é fofoca de orkut. Não mostra a vida do povo. Não mostra a verdadeira política feita na rua pelo povo. Não mostra os problemas do estado e do país. É só dizquemedisse de gente que fica sentada no escritório tomando whisky.

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domingo, 4 de outubro de 2009

LATUFF

São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.
No caso de Roberto Micheletti renunciar e buscar asilo político, o Brasil poderia recebê-lo de braços abertos. Ou melhor, a imprensa brasileira. Quem sabe lhe arrumar um cargo de editor-chefe no Estadão, que em suas páginas tem culpabilizado a todos pelo golpe de estado em Honduras: Lula, Hugo Chaves, a diplomacia brasileira, o presidente deposto Manuel Zelaya. Menos os próprios golpistas, que aliás, para as rádios, jornais e TVs no Brasil, nem sequer são golpistas. Referem-se ao processo pelo qual Zelaya foi expulso como legítimo e constitucional. Constitucional, a meu ver, foi o "impeachment"que afastou Fernando Collor da presidência, seguindo todo um trâmite legislativo. A menos, é claro, que a constituição hondurenha entenda como legítimo mandar soldados encapuçados invadir na calada da noite a residência de um presidente eleito, e sob a mira de fuzis, enfiá-lo num avião rumo a outro país.

Mas o que esperar da mídia brasileira que tem uma Folha de São Paulo, que emprestou seus veículos de reportagem para agentes da repressão, e que mais recentemente referiu-se a ditadura no Brasil como "Ditabranda"? Ou mesmo as Organizações Globo, cujo /capo di tutti i capi/ Roberto Marinho, expandiu seus negócios graças ao apoio dado ao regime militar? São os mesmos veículos que chamaram de "oposição" os golpistas que tentaram derrubar os governos eleitos de Hugo Chaves e Evo Morales.

A culpa pelo golpe em Honduras é de Manuel Zelaya, assim como a culpa pelo golpe no Chile provavelmente foi de Salvador Allende. Os militares e os civis que os comandam não tem culpa. Nunca tiveram. Sejam eles oficiais que torturaram e mataram presos políticos no Brasil nos anos 60 e 70, ou mesmo policiais que torturam e matam nas favelas cariocas nos dias atuais. Assim como Berlusconi tenta reabilitar o fascismo quando disse que Mussolini "nunca matou ninguem" e que enviava seus opositores a "colônias de férias", a mídia brasileira tenta, com seus maneirismos, reabilitar as ditaduras.

São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.

Carlos Latuff é chargista.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

panfleto...




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Filtro: MÍDIA, ZERO HORA

terça-feira, 22 de setembro de 2009

ANIVERSÁRIO

Expressão popular comemora 10 anos de “batalha das idéias”

Neste ano, a editora Expressão Popular comemora 10 anos de existência. Lançada em julho de 1999, a editora nasceu com a proposta de se tornar um facilitador dos estudos da militância social brasileira, através da produção de livros voltados à formação política com preço baixo, qualidade editorial e gráfica.
Iniciativa de militantes sociais que acreditam ser necessário e possível transformar a realidade brasileira, a Expressão Popular busca circular livros voltados para a construção do projeto político da emancipação humana.
“Todos os livros que produzimos, na medida do possível, procuram alimentar o sonho da transformação social”, explica Carlos Bellé, diretor da editora.
Durante a trajetória da Expressão, foram integradas ao trabalho da editora mais de três centenas de colaboradores, para indicação e análise de textos, cessão de direitos autorais, trabalhos de revisão, tradução e diagramação.
“Articulamos uma rede alternativa de distribuição dos livros em mais de 200 locais pelo Brasil, chegando assim aos movimentos sociais, às universidades, à sociedade amante dos livros, aos que acreditam que podemos viver numa sociedade diferente, com pleno desenvolvimento das potencialidades humanas”, enfatiza Bellé.
Em comemoração ao seu 10º aniversário, a editora homenageia o filósofo e escritor Leandro Konder com a publicação dos títulos “A história das idéias socialistas no Brasil”, “A derrota da dialética”, “Introdução ao fascismo”, “Marxismo e alienação” e “O marxismo na batalha das idéias” – livros cujos direitos foram concedidos por Konder à editora.
““Ao comemorarmos 10 anos homenageando Konder, queremos prestar nossa deferência à militância que possibilitou chegarmos até aqui. Ele dispensa biografia. A melhor forma de conhecê-lo é pela leitura de seus livros. Do título do quinto livro (agora reeditado pela Expressão Popular), partilhamos nossa motivação: 10 anos na batalha das idéias”, afirma. “Como Leandro Konder, somos e seremos soldados da informação, da formação política, da batalha das idéias, construindo uma rede de colaboradores para o bom desenvolvimento de nossas atividades editoriais”, completa Bellé

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sábado, 12 de setembro de 2009

Pra fazer RÁDIO COMUNITÁRIA com "C" maiusculo

Cartilha Para Fazer Rádio Comunitária com “C” Maiúsculo.
O documento, feito pela Abraço e pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS, traz temas teóricos e sugestões de organização e de técnica para as rádios comunitárias.
O download e uso do material é gratuito.

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Filtro: MÍDIA, RÁDIO COMUNITÁRIA

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

VERDADES JAMAIS DITAS...

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