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domingo, 31 de julho de 2011
COPA PRA QUEM? #FORARICARDOTEIXEIRA
Evento realizado ontem para exibição do sorteio da Copa do Mundo transferiu 30 milhões de reais dos cofres públicos para Globo e RBS.
Assista reportagem da Record, comparando os gastos deste evento com os custos do mesmo sorteio realizado na Copa da África do Sul.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
CÉLULA GLÓRIA BOMBANDO
Cartaz de divulgação da Oficina de Grafite organizada pela gurizada da Glória em Porto Alegre. Se o tempo ajudar a oficina vai rolar amanhã.
58 ANOS DO ATAQUE AO QUARTEL MONCADA
Vídeo produzido pela TeleSur sobre o antigo Quartel Moncada, hoje Museu Histórico 26 de Julho. O ataque ao quartel em 1953 fracassou no aspecto militar, porém foi vitorioso pois desencadeou o processo revolucionário na ilha de Cuba.
Mais sobre o ataque ao Quartel Moncada leia aqui.
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LEVANTE-SE!
Apresentamos nosso boletim de informações Levante-se! A ideia do boletim é socializar as informações do processo de construção do Levante Popular da Juventude em todo o país. A cada mês será lançada uma nova edição com as atividades que estão sendo desenvolvidas nos estados. Já estamos na segunda edição do boletim. As duas edições podem ser acessadas clicando nas imgens abaixo.


Clique nas imagens para ler o bolteim.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
CONSTRUINDO ALTERNATIVAS PELAS MÃOS DE QUEM TRABALHA
Assista clipe produzido pelo Coletivo Catarse com a música criada pela turma Bertold Bretch de Comunicação do ITERRA em Veranópolis.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
TRABALHADORES OCUPAM A FUNARTE
Trabalhadores da Cultura ocuparam o prédio da FUNARTE em São Paulo na segunda-feira (25) e permanecerão por tempo indeterminado.
O Movimento dos Trabalhadores da Cultura (MTC) que ocupou, na tarde da segunda-feira (25), o prédio da Funarte - instituição de apoio e fomento à arte vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) –, convoca mais artistas para se juntarem à mobilização.
“Estamos organizados como trabalhadores e convidamos os trabalhadores que perderam a paciência que venham pra cá”, explica Fábio Resende, integrante da Brava Companhia de Teatro.
Os manifestantes protestam contra as políticas públicas de financiamento dos programas culturais que, segundo eles, acabam beneficiando somente as empresas, como por exemplo o modelo de renúncia fiscal praticado via Lei Rouanet, instrumento do MinC criado em dezembro de 1991, que possibilita o financiamento das atividades culturais pela iniciativa privada em troca de incentivos fiscais.
O movimento reivindica o imediato descontingenciamento de 2/3 da verba para cultura (corte do orçamento anunciado pelo governo federal); e a aprovação das PEC´s 150 – que garante que o mínimo de 2% (hoje, 40 bilhões de reais) do orçamento geral da União seja destinado à Cultura –, e 236 – que prevê a cultura como direito social.
Leia mais no sítio do Brasil de Fato
terça-feira, 26 de julho de 2011
HÁ 58 ANOS, O "ESTOPIM" DA REVOLUÇÃO CUBANA
Em 26 de julho de 1953, um grupo de mais de 160 revolucionários comandados pelo então advogado Fidel Castro atacam o Quartel Moncada, fortaleza militar cubana situada em Santiago de Cuba, região oriental da ilha. O objetivo: tomar as armas, entregá-las à população com vistas à derrubar o regime do ditador Fulgêncio Batista, que desde 1952 assolava a população cubana pobre.
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O ditador Fulgêncio Batista |
Grande parte dos lutadores são mortos durante o ataque, Fidel é preso e condenado à 15 anos de prisão. Sendo advogado, Fidel Castro pronunciou a própria defesa, que ficou conhecida como "A História me Absolverá", em referência à legitimidade do ataque ao quartel reconhecida após a vitória da revolução em Cuba. Em 1955, Fidel é libertado e exila-se no México.
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Fidel e outros revolucionários, presos após o ataque ao Moncada |
Embora os ganhos não tenham sido imediatos, dizer que o ataque não foi bem sucedido é controverso, pois para Fidel, o ataque ao Moncada deve ser compreendido como o marco inicial a insurreição cubana.
Em fins do ano de 1956, Fidel e outros 82 companheiros voltam a Cuba (entre eles, seu irmão Raúl Castro, Camilo Cienfuegos e Ernesto Guevara), onde conseguem desta vez instalar, a partir da Sierra Maestra, a guerrilha camponesa que levará o regime de Batista ao fim em 1º de janeiro de 1959.
VIVA A REVOLUÇÃO CUBANA!
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CORRENDO 1800 HORAS PELA EDUCAÇÃO
Estudantes chilenos denunciam a privatização da Educação em seu país fazendo uma nova forma de agitação: correndo em torno do palácio do governo.
Depois de uma intensa onda de manifestações de rua, os estudantes chilenos lançaram o projeto 1800 horas pela educação. A idéia é extremamente simples. Durante 1800 horas (75 dias) haverá pelo menos uma pessoa correndo no entorno do palácio presidencial "La Moneda" (o mesmo que foi bombardeado durante o golpe sobre Allende). O marco 1800 é uma referência ao investimento necessário em milhões de dólares, para garantir uma educação pública no Chile. Assista o vídeo abaixo:
É importante lembrar que durante o período da ditadura (pós-golpe), o Chile foi uma espécie de laboratório das políticas neoliberais na América Latina. Dentre as medidas tomadas estava a privatização da educação superior, que hoje é de 90% no Chile, um dos maiores índices do mundo. Ou seja, somente 10% dos estudantes universitários frequentam universidade públicas atualmente. O resto é obrigado a assumir um endividamento eterno para pagar seus estudos. Este é o motivo dos protestos e da maratona de 1800 horas. Entre no site e veja mais detalhes da organização deste movimento.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
VOCÊ PAGARIA R$ 4.000 POR UMA LIXEIRA?
Prefeitura de Porto Alegre achou uma barbada e comprou mais de 1000 containers em liquidação, para coleta de lixo no Centro da capital.
Fortunati inaugura lixeira na Praça da Matriz
Aconteceu em Porto Alegre. Como em um velho programa de auditório em que os convidados com os ouvidos tapados são questionados se querem trocar um produto por outro ( "Voce aceita trocar um carro, por uma banana"). O participante que não sabe o que tem a perder é obrigado a reponder sim ou não no escuro, para a diversão da platéia. Foi isso o que aconteceu em Porto Alegre. Perguntaram para o prefeito Fortunati: "Voce aceita trocar R$ 4.000 por uma lixeira? O prefeito alegremente respondeu "SIM!!!!", comemorando com os braços erguidos para cima e com um sorriso estampado no rosto.
A analogia só não é perfeita por alguns detalhes. O primeiro é que o Prefeito não estava com os ouvidos tampados, ele fez esta troca absurda de forma consciente. O segundo é que não foi apenas uma lixeira, mas serão mais de 1000. O terceiro, e afrescalhado detalhe, é que a prefeitura importou da Itália as ditas lixeiras. Ou seja, julgou incapaz o seu próprio país de produzir containers para descarte de lixo. Por fim, o quarto detalhe é que o dinheiro que foi gasto neste delírio é nosso.
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domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Presidente do Ibama assume que não é seu papel cuidar do meio ambiente
Sem saber que estava sendo gravado, Curt Trennepohl sugere que o Brasil faça o mesmo que a Austrália fez com os aborígenes.
Em entrevista ao programa australiano “60 Minutes”, o presidente do Ibama, Curt Trennepohl afirmou que está disposto a viver com a decisão de autorizar a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e que seu trabalho não é cuidar do meio ambiente e sim “minimizar impactos ambientais”.
No momento em que é contestado pela repórter sobre a questão indígena. Trennepohl afirma que “nenhuma tribo será atingida ou perderá suas terras em razão da hidrelétrica”. Depois de afirmar que não responderá a nenhuma outra pergunta, o cinegrafista sai da sala, mas continua gravando a conversa.
Sem saber que estava sendo gravado, presidente do Ibama considera a possibilidade de que o que o Brasil faça com os índios a mesma coisa que a Austrália fez com sua população nativa, os aborígenes, que eram perseguidos em campanhas de extermínio pelos colonizadores britânicos e por leis discriminatórias.
Da redação do Jornal Brasil de Fato.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
A INTERNACIONAL - ACAMPAMENTO DA JUVENTUDE DO PROJETO POPULAR
Mais uma provinha do que aconteceu no nosso acampamento. A Juventude Popular sem Fronteiras canta "A Internacional" numa versão com a cara da juventude!
De pé, ó vitimas da fome/De pé, famélicos da terra/Da ideia a chama já consome/A crosta bruta que a soterra/Cortai o mal bem pelo fundo/De pé, de pé, não mais senhores/Se nada somos em tal mundo/Sejamos tudo, ó produtores.
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Senhores, Patrões, chefes supremos/Nada esperamos de nenhum/Sejamos nós que conquistamos/A terra mãe livre e comum/Para não ter protestos vãos/Para sair desse antro estreito/Façamos nós por nossas mãos/Tudo o que a nós nos diz respeito.
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
O crime de rico, a lei o cobre/O Estado esmaga o oprimido/Não há direitos para o pobre/Ao rico tudo é permitido/À opressão não mais sujeitos/Somos iguais todos os seres/Não mais deveres sem direitos/Não mais direitos sem deveres.
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
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Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
A LUTA DE CLASSES EXISTE SIM!
Uma das principais armas da burguesia para enfrentar a classe trabalhadora é a fórmula de criminalização das lutas sociais, sejam estas lutas pela terra, moradia, saúde, educação etc. Por exemplo, através da mídia golpista, que leva ao ar e aos jornais apenas matérias que interessam diretamente aos seus patrocinadores, a opinião pública pode ser facilmente manipulada de forma que uma manifestação por melhores condições no transporte público seja vista como ato de vandalismo de uma pequena parcela da população que insiste em não aceitar 'as coisas como elas são'.
Além da mídia golpista, outro importante instrumento de combate da burguesia é o Estado de direito. O conjunto de leis do Estado, além de garantir a exploração do povo, funciona também como mecanismo de repressão contra aqueles que ousam levantar-se contra as injustiças cometidas pela classe burguesa.
LUTAR É DIREITO, NÃO É CRIME!
Um exemplo claro disso está acontecendo na cidade de João Pessoa, capital da Paraíba. O estudante Enver José Lopes Cabral está sendo processado por participar das manifestações públicas que reivindicavam melhorias no transporte público da cidade. No processo, ele é injustamente acusado de “tentativa de homicídio por arremessar um artefato em um ônibus com efeitos análogos ao engenho de uma dinamite”. E o pior é que o Minstério Público, ao invés de apurar as irregularidades e abusos existentes no sistema público de transporte, é quem está servindo de marionte dos empresários (a classe burguesa de que falamos um pouco antes) e processando o estudante.
Lutar por seus direitos não é crime! Assine a petição pública contra a criminalização das lutas do povo. Denuncie mais esta tentativa covarde de intimidar e calar a população.
SE O PRESENTE É DE LUTA, O AMANHÃ SERÁ NOSSO!
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terça-feira, 19 de julho de 2011
FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E ACAMPAMENTO DA JUVENTUDE!
Foram três dias muito frios em Santa Maria. Mas a vontade de construir uma nova sociedade, o espírito de luta e a animação da juventude aqueceram a 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul.
Vídeo do programa Vida no Sul
Foi o nosso 6º acampamento em parceria com a feira, que todo o ano se esforça para que seja possível que a juventude se reúna não só para discutir os seus problemas, mas também para dizer que é necessário que os jovens se levantem contra as injustiças e abusos que os ricos, as classes dominantes, impõem em nossa sociedade.
Durante o acampamento reafirmamos nosso compromisso de lutar junto ao povo e construir o projeto de uma nação livre, soberana e com justiça social. E provamos que faça frio ou tenha ventoA JUVENTUDE ESTÁ EM MOVIMENTO!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ato Pró-UFSM em Cachoeira do Sul.
No dia 13, mais de duas mil pessoas estavam presentes na passeata rumo ao Ato Público pela vinda da UFSM para Cachoeira do Sul. Na passeata, que saiu das 5 esquinas, os alunos das mais diversas escolas e parte da comunidade fizeram suas manifestações, entrando na mobilização com faixas, camisetas, gritos de vitória, apitos, chamando atenção de todos!
O grupo UTOPIRA do Levante da Juventude vinha logo atrás, com a Banda Loka puxando um som e com faixas e apitos. Contamos com a participação de mais de 20 escolas e instituições da cidade.
Na Sociedade Rio Branco, os jovens não pararam sua manifestação! Todos entraram cantando, gritando, apitando e tocando seus tambores.
Todos mostraram sua satisfação e alegria pela vinda da Universidade Federal. Os Abaixo-assinados foram entregues ao Promotor, que fará a entrega ao representante do Ministério da Educação. No final do Ato, todos gritaram em um só som “Vem, vem que vem, vem pra Cachoeira também!”.
Parabéns a todos que participaram da passeata e do Ato Público, e em especial aos jovens do Utopira, que se organizaram e contribuíram tanto na mobilização.
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ASSEMBLEIA POPULAR DA JUVENTUDE
Uma pequena lembrança de um dos momentos do nosso acampamento. É só uma provinha do que está por vir em novembro!
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sábado, 16 de julho de 2011
INVISÍVEIS ATÉ QUANDO?
A questão indígena historicamente no Brasil é tratada com descaso. São mais de 500 anos de constantes agressões: genocídio, privação do direito à terra e desrespeito a cultura e modo de viver destes povos. Eram mais de 10 milhões de indígenas no território brasileiro, hoje restam um pouco mais de 500 mil. Em Santa Maria, há estudos que comprovam a presença indígena muito antes da cidade existir. No entanto, alguns setores da sociedade santa-mariense os enxergam como intrusos, inclusive alegando que sua presença é recente e que nunca habitaram este chão. Os povos Guarani e Kaingang resistem ao desprezo e permanecem na cidade, apesar da mínimas condições de vida que lhes são impostas.
O Levante sempre esteve presente na luta pela defesa dos direitos dos indígenas, pois acredita que para construir uma nova sociedade é preciso a união de todos os povos contra qualquer tipo de opressão. Nossa voz, batucada, indignação e força pra luta estiveram presentes nos espaços de articulação indígena na cidade. Foi o caso do Dia da Visibilidade Indígena, 12 de julho. O dia foi resultado de todo um processo de construção, que envolveu campanha de agitação e propaganda (produção de cartazes, colagens, produção de faixas, composição de músicas) e articulação com outros coletivos e pessoas.
No dia 12, os povos Guarani e Kaingang, o GAPIN (Grupo de Apoio aos Indígenas), movimentos sociais e o Levante estavam lá para perguntar: Invisíveis até quando? Uma exposição fotográfica sobre a cultura indígena, faixas de protesto, relatos de condições precárias de vida chamavam a atenção dos que passavam. Muitos com certa estranheza, perguntavam-se: o que passa? O que passa são mais de 30 anos de descaso com os indígenas em Santa Maria. O que passa é um genocídio silencioso das comunidades, falta dos requisitos fundamentais para uma vida digna. O que passa é o desrespeito à cultura e autodeterminação desses povos.
Com os semblantes serrados como punhos em luta, marcados pela consciência histórica do destino que lhes foi legado, os indígenas ao microfone denunciavam anos incontáveis de exploração e de resistência. Não pediam nada mais do que o respeito, o cumprimento de seus direitos, o direito de viver em paz, livres deste mundo capital. Foram desabafos profundos e trágicos como suas vidas, como sua história. Algo tão tocante ao ponto de não possuir definição.
Estas palavras, somadas às belas imagens expostas ao largo do calçadão e aos cartazes de protesto ousaram quebrar o silêncio que repousa cotidianamente sobre as comunidades indígenas de Santa Maria. Após um dia de denúncia e diálogo com a população, saímos em marcha rumo à prefeitura, carregando a esperança e reivindicações de mais de 30 anos de invisibilidade. Mais uma vez, o prefeito não se fez presente e os povos foram tratados com descaso: “De nada sabemos, não somos responsáveis”. O discurso se repete, aumentando nossa indignação e vontade de lutar.
Sabemos que não atingimos ainda nosso grande objetivo. Para a maioria das pessoas que tomaram as ruas depois deste dia 12, os indígenas continuam tão invisíveis como nos 30 anos de descaso que antecederam o ato. Sabemos também, pela lógica, que a entrega do documento na prefeitura provavelmente não passará de um “lembrete” a ser ignorado ou rebatido com uma bela e nova desculpa. Mas uma das três flores da esperança Zapatista existe para lembrar que “a luta é como um circulo”, que esta “não termina nunca” e que o poder popular é um constante caminhar rumo à libertação plena de um povo, neste caso, destes dois povos que estamos a apoiar.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
"NÓS NÃO TEMOS RESPOSTAS"
Prefeito Fortunati marca audiência pública na Vila Divisa pra dizer que não tem respostas.
Ao ser indagado sobre o caso de haver mais de uma família residindo no mesmo terreno, Fortunati afirmou que todas as casas e famílias cadastradas teriam direito a uma moradia. No entanto, não foi isso o que ocorreu no processo de remoção e reassentamento da Vila Dique. Assita o vídeo produzido pelo GT de Comunicação do Comitê Popular da Copa.

terça-feira, 12 de julho de 2011
O DONO DA BOLA
Presidente da CBF, Ricardo Teixeira abre o jogo em entrevista e fala o que todos já sabem, mas o que ele não deveria confessar.
Assista a reportagem de Paulo Henrique Amorim, que aborda as conexões entre a Globo e Ricardo Teixeira, esquemas de corrupção e enriquecimento ilícito a partir da CBF. O vídeo demonstra que o futebol, traço marcante da identidade nacional está submetido aos desmandos de um homem e de seus interesses.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
ASSEMBLEIA POPULAR DA JUVENTUDE
Nos dias 8, 9 e 10 de julho, jovens do campo e da cidade estiveram juntos para conhecer e construir o mundo que queremos. Uma juventude cheia de sonhos, que ousa lutar e luta por um projeto popular pra sociedade. Jovens que batucam, fazem festa e se unem. Jovens do Rio Grande e de fora dele, de todas as idades, se articulando para transformar a sociedade.
Mais do que um encontro, é a prova de que juntos - somente juntos! - podemos acabar com a opressão, a desigualdade e a injustiça que o capital impõe a nossas vidas.
ALÉM DA VOZ ROUCA E DA ALEGRIA, VOLTAMOS PRA CASA COM A CERTEZA DE QUE A JUVENTUDE TÁ NA RUA PRA LUTAR, PRA CONSTRUIR O PODER POPULAR!!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
É NESSA SEXTA!!!
II Assembleia Popular da Juventude ou Acampamento da juventude do Projeto Popular mostra que transformação social se faz com criatividade e animação!
A ideia da Assembleia Popular da Juventude é proporcionar uma vivência em coletividade à militância juvenil do campo e da cidade, recheada com discussões e oficinas. Haverá oficinas de teatro, música , stencil, comunicação, dança e outras. Ah, e à noite haverá o tradicional Bailinho do Campo e da Cidade!
I Assembleia da Juventude interagindo com Feira da Economia Solidária
Animação, mística, espírito de luta... essas são as características do nosso acampamento, que chega à 7ª edição em Santa Maria junto com a Feira de Economia Solidária. A chuva já atrapalhou, o calor de janeiro uma vez nos encomodou, tentaram nos impedir de realizar o acampamento, mas nós não nos demos por vencidos. Voltamos esse ano com mais rebeldia e vontade de construir uma sociedade diferente dessa que temos.
A Juventude do Projeto Popular volta a Santa Maria cada vez mais forte e animada para a construção desse projeto!
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
Acampamento reúne juventude dos movimentos sociais
Desconstruindo a falsa ligação entre conscientização e chatice, Assembleia construída por e para jovens mostra que transformação social se faz com criatividade e animação.
Em torno de 10 ônibus de diversas regiões do Estado devem chegar em Santa Maria no dia 8 para a II Assembleia Popular da Juventude, agora denominada Acampamento da Juventude do Projeto Popular. Ao todo, cerca de 450 jovens devem participar do evento, que vai até o dia 10 de julho.
Como em anos anteriores, a Assembleia ocorre paralelamente à Feira da Economia Solidária do Mercosul. Os jovens de diferentes movimentos sociais gaúchos estarão acampados no Espaço Sepé Tiarajú, localizado no Ginásio Colégio Irmão José Otão, Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, onde ocorre a Feira.
A intenção do espaço é proporcionar uma vivência em coletividade à militância juvenil do campo e da cidade, recheada com discussões e oficinas. A Assembleia conta com uma extensa programação cultural, que, como todo acampamento, foi construída pelos jovens. Haverá oficinas de teatro, música , stencil, comunicação, dança e outras. Durante às noites frias do alto inverno de Santa Maria, a diversidade musical do Acampamento promete vir à tona.
Constituem a Assembleia os seguintes movimentos: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Levante Popular da Juventude e Pastoral da Juventude Rural (PJR).
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CURSO DE AGITPROP
Encontro de formação em Agitação e Propaganda reuniu jovens de todo o estado em Santa Cruz do Sul.
Confira as fotos do Curso.
Mesmo com frio e chuva, a juventude não desanimou e participou do Curso Estadual de Agitação e Propaganda em Santa Cruz do Sul nos dias 25 e 26 de junho passado. Através de dinâmicas e oficinas vimos como está nossa artilharia para combater e denunciar as ideias da classe dominante.
O curso foi também uma atividade preparatória para o Acampamento da Juventude do Projeto Popular, que ocorrerá nesse final de semana em Santa Maria, junto com a Feira de Economia Solidária.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Saudades da Assembleia Popular da Juventude?
Então esse post foi escrito especialmente para você. Escavamos fundo no blog atrás de postagens antigas sobre o evento mais querido da Juventude do Projeto Popular: a magnífica ASSEMBLEIA POPULAR DA JUVENTUDE!
Foi lá em fevereiro de 2006, em São Gabriel, que começamos a construir o que veio a se chamar Levante Popular da Juventude. Era um acampamento em memória aos 150 anos da morte do índio guerreiro guarani Sepé Tiaraju. Talvez por isso os acampamentos sejam tão emocionantes para nós. Além de emocionantes, de ser um espaço em que conhecemos muita gente diferente, mas com algo em comum, é um espaço para discutir os problemas da juventude, para fazer festa e para nos manter motivados na construção de um Projeto alternativo de sociedade.
Até 2009 foram quatro acampamentos. No ano passado, o acampamento virou Assembleia Popular, então estamos indo para nossa 2ª Assembleia Popular da Juventude. Enquanto o dia 8 não chega, relembre um pouco dos encontros passados.
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Até 2009 foram quatro acampamentos. No ano passado, o acampamento virou Assembleia Popular, então estamos indo para nossa 2ª Assembleia Popular da Juventude. Enquanto o dia 8 não chega, relembre um pouco dos encontros passados.
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